Acessibilidade Legal

Para os profissionais que estão começando a trabalhar com web, ou, para os experientes profissionais que estão aprendendo sobre acessibilidade, foi lançado algumas semanas atrás um site no qual podemos encontrar explicações para a maioria das nossas dúvidas. E se você não encontrar, pergunte ao editor do site, que ele lhe ajudará.

Estou falando do Acessibilidade Legal, site criado por Marco Antonio de Queiroz, ou, mais conhecido como MAQ. Para conhecermos melhor sobre o objetivo do site, vamos conhecer um pouco sobre esse profissional e seu trabalho na web.

1. Quem é o MAQ?

Caramba, que pergunta difícil! Vou perguntar a ele…
MAQ, quem é você?

Sou um sujeito fazendo hora extra na vida e tentando deixá-la o mais agradável possível. Gosto de ocupar meu tempo fazendo coisas úteis para mim e para outras pessoas. Acho que isso seja porque, de uma forma geral, nós, pessoas com deficiência, precisamos da ajuda das pessoas mais do que é comum das pessoas precisarem. Daí procuro fazer algo que compense, pelo menos na minha cabeça. Acessibilidade web é algo pelo qual me interessei e que pode ajudar a muitos. No início eu fazia tudo de graça. Aconteceram duas coisas: começaram a abusar por um lado e, por outro, a não valorizar o serviço especializado. É como se dissessem: vamos deixar as páginas acessíveis para vocês mesmos, então estamos, na verdade, fazendo o favor de deixar você nos ajudar a fazermos uma web mais acessível.

Bem… aí comecei a cobrar, e a cobrar bem… Choveu e ainda está chovendo trabalho! Acho que o pessoal só acredita pagando! (risos).

Trabalhei 23 anos com programação de computadores no SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), mas, depois de dois transplantes, um de rim e outro de pâncreas, tive de me aposentar. Cego, diabético, transplantado duas vezes é o MAQ que é mais aparente para as pessoas, mas existe o MAQ casado, pai de um garotão de 19 anos, com alguns amigos, que adora ler, escrever, assistir filmes, o almoço tradicional de domingo com a família em um restaurante bem gostoso aqui de perto, gosto de teatro e de coisas novíssimas… sabe que fui o primeiro jurado cego de um festival de cinema do mundo?

www.acessibilidadelegal.com/videos-externos/programaespecial.mpg

Os sites que fiz foram, e ainda são, uma forma de mostrar a todos que pessoas com deficiência não estão em outro mundo. Que uma cadeira é uma cadeira para mim como para todos, uma casa, uma pessoa, um jogo de futebol (mengooo!), uma paixão!

2. Qual é o objetivo do Bengala Legal?

O “Bengala Legal” surgiu porque, estando no trabalho um dia de intervalo de projetos, conversando com um estagiário que fazia sites em sua própria empresa, ele me perguntou porque eu não fazia um site.
Eu? Para quê?
O cara respondeu:
- Se eu fosse cego, transplantado e tivesse escrito um livro, teria motivo para fazer 3 sites e não um só.

Parei e pensei: está aí uma forma de ajudar o mundo - falar para diabéticos que essa doença pode matar se não tivermos cuidado com ela, mostrar a todos que nós cegos somos gente, mais um pouquinho do que algumas pessoas falam de boca para fora, falar do transplante que foi a melhor coisa que fiz na vida e que, graças a ele, na verdade eles, estou vivo hoje escrevendo para o seu blog, comunicar ao mundo o que o mundo tem vergonha de perguntar etc…

Aí a coisa foi se expandindo, de forma que hoje o Bengala tem 320 páginas de artigos de especialistas e pessoas com os mais variados tipos de deficiência, mas todos com o espírito que o logotipo do site mostra - pessoas para cima,vencendo obstáculos, batalhando e conquistando espaços. Recebi e recebo tantos artigos de pessoas para serem colocados no Bengala, que aprendo todos os dias a viver novamente, sempre com paixão, pois sem emoção a vida deve ser um saco!

3. E agora, qual a finalidade do Acessibilidade Legal?

A finalidade do Acessibilidade Legal foi separar os públicos. No Bengala Legal eu colocava artigos sobre inclusão social, escolar, no trabalho, na vida das pessoas com deficiência, inclusive a minha; acessibilidade arquitetônica, nos meios de comunicação (caixas eletrônicos bancários, livros acessíveis etc), trabalhos acadêmicos, vídeos e depoimentos em mp3, etc.

Aí, quando comecei a escrever e colocar sobre acessibilidade web, o público não era mais de professores, especialistas, acadêmicos, pessoas com deficiência etc, passou a ser de pessoas mais técnicas, que não queriam saber da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, mas das Diretrizes de acessibilidade web do W3C, WAI e o WCAG, o WCAG Samurai, padrões web, usabilidade, como fazer páginas acessíveis, ferramentas, leitores de tela etc. Aí está o danado, é para quem queira realmente saber sobre acessibilidade web, tecnologias assistivas e coisas afins.

4. Quem escreve para o Acessibilidade Legal?

O Acessibilidade Legal tem a mesma filosofia do Bengala Legal. Eu não me aguentaria escrevendo um site inteiro sozinho. Já imaginou 320 artigos escritos pelo MAQ no Bengala? Não imagine, pois não vai voltar lá nunca mais! Tem mais gente, tem mais gente! Assim, a idéia é que pessoas que saibam sobre o assunto e queiram colaborar, enviem seus textos. Claro que tem um tal de MAQ que vai dar uma olhada crítica no texto, vai ver se a pessoa pensa acessibilidade como o MAQ pensa e gostaria que fosse, para publicar os artigos. No Bengala Legal existem uns 10 textos meus dos 320 que foram publicados. Esse percentual vai aumentar muito para o meu lado no Acessibilidade Legal, pois sou especialista e consultor do assunto específico do site.

Mas, já existem por lá traduções do Maurício Samy Silva, enviada por ele a meu pedido, do Henrique Costa Pereira, do Revolução.etc, que há muito já escreve sobre o assunto em seu blog, do Bruno Torres que trabalha comigo na Acesso Digital, do Ivo Gomes que possue também uns textos bastante interessantes e já colocados por lá, o Fred do Usabilidoido, meu chapinha que admiro e que é filho de um amigo meu de infância (não vou dizer a ninguém que tenho 51 anos, nem que caia o mundo), tem o design do Horácio Soares, que também trabalha comigo e que fez o logotipo e a “cara” da página e o trabalho incansável do Gil Porta, que não é muito conhecido na área, mas que é um dos maiores conhecedores de acessibilidade que conheço e que sempre está me ajudando no visual da página, dizendo para mim se uma imagem pode ficar à esquerda, se é melhor centralizar etc… ele fez todos os scripts da página, os javascripts e os de php, fez o CSS do visual que o Horácio enviou etc… é uma pessoa com deficiência, é tetraplégico, de BH, e o cara mais paciente do mundo, pois para me aturar tem de ser!

Eu codifico os textos em (X)HTML strict, o Bengala é em HTML Strict, faço a acessibilidade e coisas assim, tudo em handcode. Dessa forma, o Acessibilidade Legal já está com 55 textos sobre padrões web (CSS, XHTML e Scripts), tecnologias assistivas, como leitores de tela, mouses oculares, display braille, acessibilidade, de como fazer sites acessíveis etc… Não sei, mas acho até que seja o único site exclusivamente sobre acessibilidade web que não vende serviços, que é somente de informação. O que ganho com ele é o prazer de estar espalhando noções de acessibilidade web pelo mundo, coisa que mais gosto e sei fazer.

Mas, aproveitando a oportunidade, você que está lendo este sujeito que vos escreve, que sabe de textos bacanas sobre acessibilidade na web, envie-me, com fontes e créditos, que terei o maior prazer de disponibilizar em meu site!

Para os que aturaram o carinha aqui escrevendo tanto e, para você, Alessandra, meu muito obrigado!

Abraços acessíveis e fáceis de usar do MAQ.

Publicado em: 06/05/2008 | Tags: Web, Tecnologia, Comunicação, Acessibilidade | Comentários: 2

Boas condutas no e-mail corporativo

Novamente quero entrar nesse assunto do e-mail corporativo. Por quê? Porque é um dos grandes problemas que vemos nas empresas. Os profissionais não sabem se comunicar, muitas vezes não sabem escrever um e-mail, ou, simplesmente dividir as informações na mensagem, de forma que fique clara.

Desde que comecei a trabalhar como webwriter devo enviar quase todos os dias cerca de vinte e-mails, tanto para clientes como também para os colaboradores da empresa. Por isso, resolvi tomar alguns cuidados para que os e-mails não fossem esquecidos pelos clientes, pelos colaboradores e por mim.

Informe aos responsáveis pelo projeto todas as atividades em desenvolvimento

Sempre que recebo um e-mail solicitando alterações em um determinado projeto, eu reencaminho para todos os profissionais envolvidos do projeto. Você acha que isso é spammer? Não mesmo, isso se chama responsabilidade.

Dessa maneira, o programador, o webdesigner, o redator, o consultor comercial, o gerente, entre outros profissionais responsáveis pelo bom andamento do site, estarão ciente da evolução do projeto, as alterações, solicitações e problemas enfrentados durante o desenvolvimento do site.

A boa comunicação entre os profissionais melhora os índices de qualidade e diminui o número de erros dos projetos.

Dicas

Sobre a distribuição das informações nos e-mails

  • Escreva parágrafos pequenos, pois assim o destinatário não terá preguiça de ler o seu e-mail. Por mais que o e-mail tenha que ser grande - porque pode ser a documentação de uma alteração do projeto, ou, ata de reunião - o simples fato de existir parágrafos pequenos já facilita a leitura.
  • Pense que um e-mail deve ter início, meio e fim, portanto, comece a mensagem com um cumprimento, faça os comentários – solicitações, argumentações, ou, justificativas – em seguida, finalize a mensagem informando o que se espera com o e-mail, ou, o objetivo que teve a mensagem.
  • Releia a mensagem antes de enviar o e-mail. Se você não utilizar o corretor automático do Outlook (ou do seu e-mail pessoal), então, tenha esse cuidado, pois muitos erros podem ser evitados com a leitura. Mas se caso você enviar a mensagem e só depois ver o erro, não tenha vergonha de reencaminhar o e-mail corrigindo.

Sobre a separação dos e-mails

  • Uma dica que já comentei em outro artigo, mas que seria interessante repetir é: se você utiliza o Outlook para receber seus e-mails, crie uma pasta com o nome de cada projeto que está trabalhando, assim fica mais fácil você encontrar os e-mails. Caso você use, por exemplo, Gmail, nele você pode criar as pastas e dividir seus e-mails nelas.
  • Outro detalhe, sempre no assunto do e-mail, coloque primeiro o nome do projeto e depois o título. Essa é outra maneira de encontrar com maior facilidade o e-mail do seu cliente.
  • Como responder um e-mail de solicitações do cliente?

    Muitas vezes seu cliente lhe envia um e-mail com uma lista enorme de tarefas para fazer, são correções, alterações, implementações, e você precisa responder o cliente, dar um “feedback” sobre as atividades que já foram realizadas no projeto e o quê ainda está em andamento.

    Uma maneira clara de responder o cliente é copiar a lista de solicitações, você pode passar para o Word e abaixo de cada tópico escrito pelo cliente, colocar com uma fonte e cor diferente, a resposta para cada solicitação. Assim fica mais claro do cliente entender qual é a resposta.

    Parece bobo, mas vejo muito desses problemas no dia-a-dia, além de ouvir profissionais de outras empresas, ou seja, outros ramos de negócio, o problema que eles enfrentam com os e-mails. O problema não está apenas nos profissionais web, o problema de comunicação é geral. As pessoas não sabem se comunicar com clareza e é isso que eu tento melhorar na empresa onde trabalho.

    Portanto, fique atento ao enviar um e-mail para o cliente, ou, para os profissionais da empresa onde trabalha, preocupe-se em dividir as idéias em parágrafos e revisar o que você escreveu. Todos sabem a língua materna, o que precisamos é utilizá-la de maneira correta, principalmente, em ambientes em que a sua linguagem define muito o seu trabalho.

Publicado em: 04/05/2008 | Tags: Web, Comunicação, Acessibilidade, Webwriting | Comentários: 3

O ócio na busca da produtividade

Quadrinho mostra como ficamos quando não temos nada para fazer

Navegando pelo Planta Baixa da Luciana Cattony, encontrei o blog Tá postado e nele vi um quadrinho bem interessante.

Realmente eu me vi “ilustrada” nestes quadrinhos. Leia abaixo:

garfieldsemgarfield.jpg

Tradução:

- Eu comprei sapatos de dança.
- (Jon tenta fazer o sapato trabalhar com gestos…)
- Eles não parecem funcionar.
- Eu preciso fazer alguma coisa excitante.
- No três: um… dois… três!
- (Jon pensa…)
- Ninguém me diz o que fazer.
- (Jon pensa…)
- E eu gostaria que alguém dissesse. Eu não tenho a menor idéia do que estou fazendo.
…………………………………………………………………………………………………………………

Agora explicarei porque disse que se parecia comigo.

Durante a semana estamos sempre tão elétricos que não temos muito tempo para descansar. Então, quando chega um fim de semana que você não precisa trabalhar, não tem seminários da faculdade, nem leituras obrigatórias para fazer, ficamos assim, precisando ter algo para fazer, pelo menos, eu sou assim.

Não consigo ficar sem fazer completamente nada, sabe aquele ócio que você deita, pára tudo e não pensa em nada?! Então, eu não consigo fazer isso, pelo menos não com tanta freqüência, mas estou tentando voltar aos velhos tempos e dar uma olhada mais para as nuvens e no quê elas estão formando.

Acho que são pequenos hábitos que se perdem com o tempo, mas que se aproveitado pode gerar mais produtividade, do que essa incessante busca pelo o quê fazer. Pense que assim você estará descansado sua mente para a próxima semana.

Portanto, bom fim de semana e CARPE DIEM!

Publicado em: 26/04/2008 | Tags: Web, Informação, Processos | Comentários: 5

Aspectos positivos e negativos do e-mail marketing

A personalização de campanhas de e-mail marketing

Ampla capacidade de disseminação de informações

Todos sabemos que hoje, o envio de uma campanha de e-mail marketing (campanha publicitária virtual enviada para um determinado grupo de e-mails “mailing” de uma empresa, expondo detalhes sobre seus produtos e serviços), é o meio mais prático, rápido e barato de apresentar e aumentar a venda de produtos e serviços para os usuários.

É com o e-mail marketing que uma grande parte dos usuários conhecem e chegam até as páginas dos novos produtos que uma determinada empresa está lançando no mercado, exemplos disso são as campanhas diárias que Submarino, Saraiva, Americanas, entre outros grandes e-commerces enviam para os e-mails dos seus usuários/clientes.

Pense bem… Essas empresas não precisaram selecionar seus dados, confirmar endereço e enviar folders e malas-diretas para a sua casa, elas simplesmente criaram um mailing que permitisse que enviasse sempre novidades para os seus usuários.

Como os sites criam o mailing

Para quem não conhece a forma como um mailing é criado, é bem simples. Geralmente há campos pré-preenchidos determinando algumas ações na página, uma delas é o campo “Desejo receber notícias de promoções deste e-commerce e de seus parceiros ”.

Quando você se cadastra num site e deixa esse campo marcado, você está dando autorização para que seu e-mail entre no mailing daquele site, e conseqüentemente, receba e-mails da empresa e das lojas parceiras àquela que você havia se cadastrado. É como se você aceitasse receber mensagens de outros sites, sem mesmo ter acessado-os.

Aspecto positivo e negativo

Acompanho diariamente o lado bom e ruim do envio de campanhas de e-mail marketing, pois sempre envio campanhas para os clientes da empresa onde trabalho. Como profissional web, eu reparo naquele item marcado, mas muitos usuários não percebem isso, e acabam “sendo cadastrados” ao clicar em “enviar dados”.

O que percebo é um aumento significativo de usuários que se descadastram após receber a newsletter, pois receberam sem aceitar realmente àquela campanha. O marketing que deveria servir como positivo acaba se tornando negativo para a empresa que enviou a campanha. Acredito que a solução seria deixar o campo de maneira mais evidente para o usuário, quando ele fosse realizar o cadastro, além de deixar tudo bem descrito na “Política de privacidade do site”, ou seja, explicar para quais fins seriam utilizados os e-mails e os demais dados.

O lado positivo da campanha de e-marketing continua sendo o rápido alcance de públicos específicos, pois há cadastros que permitem filtrar as preferências dos usuários e assim enviar campanhas que atendam as necessidades desses usuários. Entretanto, existem estudos que indicam que o usuário não gosta desse tipo de campanha, que foi criada especialmente para um perfil, porque demonstra que seus dados e suas preferências já seriam públicas na web. Isso traz insegurança para o usuário. Esse é o tema do primeiro artigo citado abaixo.

Mas um detalhe muito importante e que muitos profissionais que enviam campanhas de e-mail marketing esquecem é que ao enviar a campanha para um mailing já cadastrada é preciso filtrar os e-mails dos usuários que se descadastraram daquele mailing. Esse é o tema do artigo que Ricardo Ramos escreveu para o Webinsider. Muito interessante! Para lê-la, clique no link abaixo.

Artigos relacionados

Publicado em: 24/04/2008 | Tags: E-mail marketing, Comunicação, Webwriting | Comentários: 5

Tudo o que é bom pede bis… 2º EBAI

2º EBAI - Encontro Brasileiro de Arquitetos de Informação

2_ebai.jpgO Guilhermo já havia comentado no curso de AI que fiz em São Paulo, o Henrique também falou que em breve sairia a data, e ontem quando entrei no blog da Carol Leslie li a informação que estava querendo muito saber, a data do 2º Encontro Brasileiro de Arquitetos de Informação.

O encontro acontecerá novamente em São Paulo (SP) nos dias 17 e 18 de outubro de 2008. As chamadas para os trabalhos já começaram:

  • Prazo para submissão dos trabalhos: até 13/07/08
  • Avaliação dos trabalhos: 16/07/08 a 24/08/08
  • Divulgação dos trabalhos aprovados: 08/09/08

Isso mostra como o evento do ano passado foi satisfatório e gerou resultados positivos para a área. Serão discutidos assuntos como:

  • Definições de Arquitetura de Informação
  • Currículo de Arquitetura de Informação
  • Documentação e metodologias
  • Ferramentas
  • RIAs (Rich internet applications)
  • Comunidades on-line, softwares sociais e colaboração
  • Folksonomia e sistemas de classificação
  • Mecanismos de busca e SEO
  • Intranets e portais corporativos
  • Usabilidade e pesquisa com usuários
  • Web 2.0
  • Interfaces para dispositivos móveis
  • Arquitetura de Informação e mercado

O evento será no Auditório do CRQ 4ª região, Rua Oscar Freire, 2039, São Paulo (SP), Brasil. Para ler mais informações sobre o evento, acesse o site oficial.

Publicado em: 11/04/2008 | Tags: AI, Comunicação, Acessibilidade, Usabilidade | Comentários: Ainda Sem

Feeds ou RSS, para quê mesmo?

Você sabe o que são Feeds ou RSS?

Às vezes utilizamos a expressão Feeds (Charges.com.br, Profissão Web, Revolução Etc, Paola Sales), outras vezes usamos RSS (Globo.com, Brainstorm 9, UOL). Enfim, o significado desta palavra feeds é alimentar. Mas para a web o Feed é a uma maneira pela qual o RSS* é conhecido, é um alimentador de informações, sendo uma forma de distribuição de conteúdo na internet. É um novo formato para acompanhar as últimas notícias, posts, entre outras atualizações de um site.

*RSS é um sub-conjunto de “dialetos” XML (eXtensible Markup Language) que servem para agregar conteúdo ou “Web syndication”.

  • Como usar

Para fazer a leitura dos conteúdos recentes do site através de feeds é necessário a utilização de um programa chamado agregador de conteúdo, cujo receberá as atualizações do site. O conteúdo estará no seu leitor de Feed sem você ter que procurá-lo no site. Facilitando a busca pelo conteúdo e a sua leitura.

Já existem sites que funcionam como leitores de feeds, eles mostram as atualizações no próprio navegador, dispensando a instalação de softwares específicos. Alguns exemplos que podemos citar é o Bloglines e o Google Reader, ambos gratuitos. É uma excelente maneira de estar sempre atualizado, acompanhando os últimos posts e comentários.

Observação: Escrevi este pequeno artigo há muito tempo, tinha até esquecido e decidido não publicá-lo devido considerar uma informação que não seria tão novidade, mas hoje recebi um e-mail de um colega de trabalho, um link para o trabalho de Darley Passarin que explica detalhadamente sobre o tema “RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias” e refleti que sempre há algo novo que devemos aprender ou rever, já que principalmente em nosso meio, a informação de ontem já está bem desatualizada.

  • Bibliografia

PASSARIN, Darley; BRITO, Parcilene Fernandes de. RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias. In: VII ENCONTRO DE ESTUDANTES DE INFORMÁTICA DO ESTADO DO TOCANTINS, 2005, Palmas. Anais… Palmas: 2005.

Publicado em: 31/03/2008 | Tags: Tecnologia, Documentação, Webwriting | Comentários: 1

Profissão Web faz aniversário de 1 ano e presenteia você!

Comemore você também e ganhe presentes!

O blog do meu amigo Thiago Melo está fazendo 1 ano de vida e está sorteando ótimos presentes para quem participar do Concurso de Aniversário Profissão Web.

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No próximo dia 1º de Maio de 2008, o Profissão Web comemorará o seu primeiro ano online! Nesse momento, nada melhor do que presentear aqueles que sempre contribuem para que este blog seja uma boa referência de conteúdo para quem trabalha com essa fantástica mídia que é a Internet: você, leitor!

O blog Profissão Web quer ouvir a sua opinião! Participe do Concurso de Aniversário Profissão Web e concorra a prêmios incríveis!

Como funcionará o Concurso?

Acredito que o sucesso de um blog depende da participação e opinião dos seus leitores e por isso gostaria de saber a sua opinião e sua sugestão para melhorar o Profissão Web. Para participar do concurso siga estes passos:

* Escreva um artigo no seu blog ou site com sugestões de melhorias para o Profissão Web;
* Insira no artigo um link absoluto para o Profissão Web (http://www.profissaoweb.com);
* Depois de publicar o seu artigo, escreva um comentário neste post “Profissão Web faz 1 ano e quer presentear você!” informando o seu nome completo, e-mail e o link para o seu artigo;
* Aguarde o resultado que será divulgado no dia 1º de Maio aqui no Profissão Web.

Eu não tenho um site ou blog. Posso participar?

Claro! Se você não tem um site ou blog também pode participar! Para isso basta se cadastrar no Profissão Web para receber os artigos por e-mail. E não deixe de dar sua contribuição! Você que acompanha o Profissão Web, envie os seus comentários e sugestões para tornar este blog ainda melhor!

Fonte: Profissão Web

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Leia mais informações no site Profissão Web e participe!

Publicado em: 31/03/2008 | Tags: Curso, Informação, Livros/Leitura, Comunicação | Comentários: Ainda Sem

Foco no usuário e troca de experiências no curso e AI

Meu primeiro wireframe

Nada melhor do que um curso de 16 horas de Arquitetura de Informação para voltarmos a dar valor ao usuário, ou seja, focar o nosso trabalho sempre nos anseios dos usuários e não apenas no cliente. Claro que é importante conhecer o negócio do cliente, até mesmo porque temos que fazer uma pesquisa aprofundada do seu sistema de rotulação, navegação, organização, produtos mais procurados, serviços mais importantes, entre outros, para conseguir alcançar uma arquitetura ideal.

Mas parece que passamos tanto tempo ouvindo o que o cliente quer e esquecemos que o que precisamos realmente alcançar é o quê o usuário procura, com qual rotulação que ele procura, quais são as formas de navegação do público-alvo, ou seja, como ele procura e os resultados que ele almeja alcançar.

Hoje posso dizer que um curso de AI é importante para qualquer profissional web, pois ele nos dá a visão de como as coisas devem realmente funcionar, desde o momento da pesquisa, concepcão, especificação, implementação e da avaliação de um site ou sistema. É a melhor maneira de mostrar como os profissionais envolvidos no projeto: o design gráfico (ou webdesign), o arquiteto de informação, o redator (ou webwriter) e o programador, devem estar alinhados para que o projeto saia conforme o estruturado.

Uma ênfase que o Guilhermo Reis e o Dante Callegaris fizeram no curso muito interessante é que o arquiteto não faz apenas wireframe, como disse acima, existe todo um estudo por trás do wireframe, que acaba sendo o resultado das pesquisas realizadas com os usuários do site, compreensão do negócio do cliente e novas implementações.

Deste curso guardo ótimas recordações, filosofias de vida, troca de experiências, discussões, teste de usabilidade, novos contatos, amigos e com certeza novas dúvidas que só com o trabalho, ou seja, a mão na massa vão conseguir sanar. Agora, nada melhor do que a paparazzi do evento para mostrar alguns momentos que marcaram o curso.

Confira as fotos no meu Flickr.

Já estou com saudades de todos: Jenifer Jardim, Renata Aguiar, Rogério Pereira, Guilhermo Reis, Roberto Moreno, Francisco Madureira, Rafael Oliveira, Dante Callegaris, Raquel da USP, e todos os outros colegas de profissão, um carinhoso abraço!

Observação: O wireframe apesar de não ser o único trabalho do arquiteto de informação foi uma imagem que resolvi usar para ilustrar o artigo, já que era uma imagem que eu tinha e não precisei buscar em algum banco de imagens free. É bom dar os créditos do wireframe ao meu grupo, formado por: Jenifer, Renata e Rogério.

Publicado em: 15/03/2008 | Tags: Curso, Tecnologia, AI, Usabilidade, Webwriting | Comentários: Ainda Sem

Curso de Arquitetura de Informação

Novo curso de AI em São Paulo - SP

O curso de Arquitetura de Informação em Projetos Web realizado pela Jump Education e iMasters começa amanhã, dia 14 de março e tem duração de dois dias.

Curso de Arquitetura de Informação

Conforme descrito no hotsite do curso, “este treinamento oferece uma oportunidade exclusiva para que profissionais envolvidos na construção de portais corporativos e outras aplicações para a web possam aperfeiçoar seus conhecimentos sobre Arquitetura da Informação e Usabilidade e assim contribuírem para que estes projetos proporcionem uma experiência positiva aos usuários, ao mesmo tempo em que cumprem seus objetivos de negócios”.

Com relação a programação do evento ela é equilibrada “entre teoria e prática, este treinamento, ministrado por Guilhermo Reis, especialista em Arquitetura da Informação e Usabilidade, merece a atenção de quem sabe da importância estratégica da estruturação de informações no mundo de negócios online”.

Quem for participar ainda assistirá a cases de Arquitetura de Informação com Dante Calligaris, Consultor de Projetos Web para clientes como Renault, Mercado Eletrônico, Alpagartas e Sebrae, além de me encontrar na sala do curso.

Até lá!

;)

Publicado em: 13/03/2008 | Tags: Curso, Web, Informação, AI, Usabilidade | Comentários: 4

Imagens, assunto importante.

Conteúdos tornam-se interessantes juntamente com imagens que descrevem o assunto.

escrevendo_artigo2.jpg

Para um texto se tornar interessante há diversos aspectos que contribuem, dentre eles está a disposição clara das idéias, conseqüentemente, a coesão e a coerência do texto, mas também a imagem que foi relacionada ao texto.

Quem não gosta de ler algo que possui uma imagem chocante, curiosa ou afetuosa para mostrar o conteúdo que será tratado. Com certeza, tudo fica mais claro e intuitivo, além de chamar a atenção do usuário para o assunto que será tratado.

Como diz Steve Krug, uma das melhores formas de facilitar o rápido entendimento de uma página é assegurar que a aparência das coisas nas páginas – todas as dicas visuais – sejam claras e demonstrem exatamente as relações entre as coisas na página: quais coisas estão relacionadas e quais são parte de outras coisas.

Ou seja, se o usuário se interessa pelo assunto, com certeza ele prestará atenção ao conteúdo da página e lerá toda e qualquer informação contida nela. Mas para isso é preciso que você monte um conteúdo de maneira que atraia ao leitor e faça-o realmente entender a relação do texto com a imagem, dessa forma o usuário explorará a página e fará a leitura do texto (siga também as dicas do artigo abaixo Deixe seu conteúdo atraente.

Talvez, como já foi dito no início do artigo, seja importante uma boa gramática, outras vezes, um estudo científico sobre determinado assunto para poder conquistar o leitor, mas em outros momentos, uma imagem fala mais que mil palavras, portanto, busque sempre imagens para atrair o leitor. Mas muita atenção ao escolher imagens para representar uma notícia, rotular um ícone, ou utilizar em um layout, porque a utilização de imagens “pagas”, em layouts pode causar um grande prejuízo para a empresa que está desenvolvendo o site e a empresa que contratou o serviço de criação web, portanto, compre o direito de uso da imagem, ou utilize bancos de imagens free.

KRUG, Steve. Não me faça pensar / Steve Krug ; [tradução Roger Maioli dos Santos]. – São Paulo : Market Books, 2001.

Observação: A imagem utilizada neste artigo foi fotografada por Alessandra Mazzariolli. :)

Publicado em: 13/03/2008 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 2