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Listagem de todos os artigos da categoria "Web".

Conhecimento e bate-papo no Circuito 4×1

Por: Alessandra Mazzariolli

Monday 05 July 2010 às 10:26

Categoria: Marketing, Redes Sociais, Web

Circuito 4x1 - Evento em SP sobre Redes Sociais, Marketing, Comunicação 2.0

Foi um evento maravilhoso, agora que experimentei e aprovei dá vontade de participar de todos!

O Circuito 4×1 foi um evento gratuito, e que proporcionou para quem foi na ESPM da Vila Mariana, excelentes discussões com profissionais de grande relevância, como o Gabriel Novaes e o diretor do Reclame Aqui, Maurício Vargas; a autora dos livros Marketing de otimização de buscas na web e SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca, Martha Gabriel; da Espalhe Marketing de Guerrilha foi o Wagner Martins; da Goobest Brasil, Rodrigo Camara; do VideoLog, o Edson Mackenzie, entre muitos outros.

As palestras estavam sincronizadas, ou seja, consegui assistir praticamente tudo o que eu havia me programado e isso foi muito bom! Parabéns a toda organização do Circuito 4×1 e aos voluntários que colaboraram para fazer tudo acontecer. Este realmente foi um evento que me trouxe conhecimentos e mostrou como criar espaços para bate-papo entre os palestrantes e os participantes.

Aproveitando para falar sobre eventos gratuitos e de qualidade, quem não conhece, existe um que acontece uma vez por mês no Rio de Janeiro (RJ) que se chama Sou Mais Web, o idealizador desse é o Nino Carvalho e é de ótima qualidade também!

Não tive a oportunidade de assistir um pessoalmente, mas já li em muitos blogs que falam sobre o evento e a qualidade das palestras. É bom falarmos sobre isso, para mostrar para os patrocinadores desses eventos, que apoiar é super positivo para a marca e você está fazendo o mercado crescer e melhorar a cada dia.

Em breve disponibilizo minhas anotações sobre o que aprendi no Circuito 4×1 e os áudios das palestras que gravei.



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Para descontrair (Parte 1)

Por: Alessandra Mazzariolli

Friday 02 July 2010 às 15:16

Categoria: Redes Sociais, Web

Como hoje não deu para a seleção brasileira, nada melhor do que um pouco de humor para alegrar nossas vidas. E já aproveitando para mudar de assunto…


Quadrinhos Geek & Poke

Fonte: Geek & Poke

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Case Walmart – FNEC – Parte 4

Por: Alessandra Mazzariolli

Wednesday 23 June 2010 às 04:41

Categoria: Eventos, Marketing, Web

No fechamento das palestras que aconteceram na FNEC, Flávio Dias, diretor do e-commerce do Walmart Brasil apresentou um esboço sobre seu modelo de negócio.

Flávio Dias afirmou que autonomia e foco são fundamentais nos departamentos comercial, marketing, logística e tecnologia. É preciso ter um “equilíbrio entre terceirização e internalização, [...] a alavancagem se dá nas áreas de suporte e na marca, no posicionamento e cultura vencedora da marca”. Ele ainda disse que é necessário trabalhar com uma equipe que tenha alto conhecimento web. Caso contrário, o Walmart não teria o sucesso positivo que tem hoje.

Decisões estratégicas e fatores críticos

No caso do Walmart, Flávio Dias criou estratégias que tivessem:

  • Proposta de valor
  • Preço baixo sempre
  • Amplo sortimento
  • Melhor exposição de compra
  • Funcionamento do site
  • Qualidade e velocidade de entrega
  • Atendimento pós-venda

Estratégia de Marketing

O diretor do e-commerce do Walmart traçou suas estratégias de marketing trabalhando o conceito de cauda longa, ou seja, “fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão” (techbits).

Portanto, sua comunicação com o consumidor passaria pelas seguintes análises e ações:

  • Awareness, que significa medir a percepção do consumidor e identificar as marcas conhecidas por ele
  • Brand equity que é o valor adicional que se atribui a algum produto ou serviço. Esse valor influencia na forma como o consumidor pensa, sente e age em relação à marca
  • Buscadores de preço
  • Search Engine Marketing (SEM)
  • Parceiros diversos
  • Portais verticais, ponto de encontro de pessoas interessadas no mesmo assunto
  • Mídia Social

Pensando no usuário

Um ponto muito relevante para o sucesso de qualquer e-commerce é:

  • Facilidade para encontrar o produto
  • Agressividade, qualidade e inovação na mídia interna
  • Estrutura customizada para cada departamento
  • Hotsites temáticos
  • Informações completas e comparáveis
  • Qualidade nas imagens e vídeos dos produtos
  • Recursos web 2.0 que auxiliam na tomada de decisão de compra e aumentam o ticket do pedido
  • Obsessão por métricas e melhorias constantes

Compra e Recompra

Para finalizar, Flávio Dias disse que é preciso criar e acompanhar:

  • Experiência de compra
  • Recomendações dos produtos
  • Personalizações necessárias para ter um ambiente atrativo para compra

O diretor do e-commerce do Walmart disse que eles compraram a plataforma pronta, entretanto, foram 9 meses para desenvolver todas as estratégias da loja virtual.

A apresentação de Flávio Dias, como também do César Groh da Saraiva, mostraram como é essencial estudar o mercado, planejar, ter uma cadeia de suprimentos muito bem estruturada (fornecedores, distribuidores, entre outros), e pensar na experiência de compra do usuário. Esses são itens que mostram a diferença entre um e-commerce que possui planejamento, e aqueles que apenas querem se lançar para o mercado, sem pensar na qualidade do produto, se os usuários vão encontrar o produto que desejam, e se conseguirão finalizar a compra.

Em geral, gostei bastante do evento, de ouvir os “grandes” falando, dos seus problemas e soluções encontradas. Espero ter contribuído com você que está lendo. Se você não leu os outros artigos sobre o evento, os links estão abaixo.

Leia também:

Métricas em e-commerce e uso das redes sociais – FNEC – Parte 3

Por: Alessandra Mazzariolli

Friday 18 June 2010 às 04:38

Categoria: Eventos, Marketing, Redes Sociais, Web

Mais dois itens relevantes para todo profissional que trabalha com e-commerce é identificar quais métricas utilizar, e como trabalhar as redes sociais. Na palestra Inteligência Analítica – Como transformar métricas em melhores práticas no e-commerce realizada por Marcio Chleba da Chleba, ele mostrou sobre práticas importantes em lojas virtuais e métricas. Anotei alguns trechos da palestra dele.

Métricas de e-commerce

Além de todas as métricas “padrões” que já utilizamos, como: acessos, fontes de tráfego, páginas mais visitadas, produtos mais vistos, localização, vendas, palavras-chave, navegador, entre outros, é preciso:

  • Observar as métricas através de interações sucessivas
  • Os padrões identificarão pontos fortes e fracos das operação e das ações de comunicação
  • Traduzir as métricas em práticas reais
  • Lembrar que no começo do mês o crédito aumenta, o que significa que as ações devem ser mais agressivas
  • Sempre observar os outros portais
  • Analisar práticas feitas pelos grandes players
  • Ofertas mais adequadas para cada portal com base no público-alvo
  • Pesquisar as dimensões e as melhores práticas

Search Engine Marketing Metrics

Outra análise que precisa ser feita são os investimentos com Search Engine Marketing (SEM):

  • Valor gasto
  • Análise quantitativa = valor gasto X retorno do investimento

Social Media Metrics

É imprescindível observar:

  • Manifestações positivas e negativas após as campanhas realizadas
  • Preços
  • Produtos
  • Promoções
  • Inteligência analítica = análise qualitativa

E-commerce e redes sociais

Já na palestra de Renato Steinberg, responsável pela rede social de Moda e Estilo a ByMK, sua apresentação mostrou o jeito brasileiro de fazer a ponte entre o real e o virtual.

Na ByMK:

  • As usuárias indicam os produtos e as combinações
  • É uma relação dos produtos que os usuários mais gostam
  • Elas fazem variadas combinações das peças de roupas

Para Renato, existe uma interatividade da loja com os clientes, em uma plataforma de redes sociais de moda e que promove marcas.

Percebi que nesses novos ambientes criados por profissionais como Renato, existe uma tendência de marcas menos conhecidas realizarem ações nesses ambientes, pois o público é totalmente segmentado. Entretanto, marcas já conhecidas no mercado, como Seda, também já estão aproveitando desses nichos e trabalhando seus produtos.

Ele comenta que também para a moda, monitorar a marca é um dever, que falta a padronização das peças nos e-commerces que vendem roupas, por isso a indecisão do brasileiro em comprar este tipo de produto pela internet. Como afirma Renato, há empresas que simplesmente colocam o catálogo de papel na web, ao invés de produzir um material próprio e adaptado para o online.

Outro fator importante dos e-commerces é sobre os processos de logística para devolução, mesmo problema enfrentado pela Saraiva, que comentei no artigo Usabilidade e melhoria dos serviços em e-commerces , e as trocas em lojas físicas. Há e-commerces como o das lojas Marisa que já fazem isso, ou seja, se você comprar um produto e o tamanho não ficar legal, você pode trocar na loja física da sua cidade.

Leia também:

Para ver fotos do evento acesse meu Flickr.

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Intranet e sua função na comunicação de uma empresa

Por: Alessandra Mazzariolli

Thursday 17 June 2010 às 10:29

Categoria: Comunicação, Web

Há dois meses realizei uma palestra para uma turma de relações públicas na ESAMC de Uberlândia (MG). O objetivo era falar sobre a função da intranet na comunicação de uma empresa e como gerenciá-la.

Tentei ser prática, falando de assuntos que realmente vão fazer parte do dia-a-dia dos profissionais. Dentre os assuntos, comentei como gerenciar a intranet, sobre o papel do profissional de comunicação e métricas.

Como gerenciar uma intranet

Para Bruno Rodrigues, autor do livro Webwriting – Redação e Informação para a Web é um “ambiente de limites bem demarcados, onde, desde o início, já se sabe o número de usuários, seus dados e existe uma boa noção do que este público deseja e qualquer dúvida que surja sobre isso, basta em boa parte das vezes, descer ou subir escadas, adentrar salas adjacentes ou discar um ramal”.

Primeiras análises

Estamos falando de:

  • Ambiente restrito
  • Adaptação do texto
  • Linguagem direta
  • Apesar de ser um facilitador é preciso ter cuidado redobrado no trato com o cliente.

Como afirma o autor Bruno Rodrigues “é mais simples do que escrever para web, pois você já conhece os usuários que vão ler”.

A Comunicação

Se você é um profissional de comunicação e está chegando agora na empresa, é preciso ficar atento com a linguagem que é utilizada:

  • Saber falar a língua da empresa, ou seja, os termos exatos que circulam pela empresa.
  • Consultar o house-organs (veículo interno)
  • Observar a forma como ela se auto denomina (corporação, empresa, companhia)
  • Se utilizam termos como equipe, profissionais, funcionários, entre outros
  • Aproveite para fazer pesquisas internas
  • Aprenda a falar várias línguas (cada área da empresa possui um dialeto particular)
  • Aprenda o dialeto do feudo em questão

O papel do profissional de comunicação nas intranets

No final de 2009 aconteceu o Prêmio Intranet Portal, um evento que premia as empresas que utilizam e desenvolvem suas intranets, com a função de melhorar a comunicação da corporação como um todo.

Neste evento, diversos profissionais conhecidos no mercado da comunicação estiveram presentes. Retirei de um artigo do Webinsider alguns trechos de falas de profissionais da área, que mostram muito bem a relevância da intranet para uma corporação e o papel do profissional na comunicação interna:

“Alinhar portal corporativo com estratégias da empresa e definir o papel de cada área fez o sucesso do portal corporativo da Eletrobrás”.
Viviane Danin é jornalista atuando em mídias digitais. É sócia da Z Editores, empresa que mantém o Webinsider.

“Ao discutir os valores da organização está se discutindo como será o portal. Cuidado com o ‘todo mundo tem’, quero ter também. Competição não combina com colaboração. Colaborar é fazer construção coletiva. Não existe colaboração sem mediação. É aí que entra o profissional de comunicação. É preciso ser um mediador.”
Beth Saad é estrategista em meios e comunicação digitais e Professora Titular da Escola de Comunicações e Artes Universidade de São Paulo (ECA-USP).

“Incentivar a colaboração é o próximo desafio do profissional de comunicação. Os wikis são a bola da vez para comunicação interna. Os profissionais de comunicação precisam dominar isso. [...]Você vai ganhar um prêmio se conseguir fazer um wiki funcionar bem na sua instituição. Nosso papel, do profissional de comunicação, é facilitar a chegada dessa ferramenta nas empresas.”
Vicente Tardin é jornalista, criador e editor do Webinsider, um dos principais sites de conteúdo sobre mídia interativa e o ambiente online. É também consultor de conteúdo para empresas e produz blogs corporativos.

Métricas

Para Daniella Morier, Sócia-diretora da Avantare Consultoria Interativa “[...] nem sempre é possível mensurar os benefícios gerados pela melhoria na gestão do conhecimento e o aumento de produtividade decorrente de ter as informações necessárias na hora certa”.

Em seu artigo no Webinsider, ela comenta sobre uma pesquisa realizada na Prescient (EUA) e formas para mensurar os resultados positivos ao utilizar uma intranet:

  • Gerentes gastam em média mais de 2h/dia procurando informações.
  • 57% dos participantes disseram que recorrer a muitas fontes para compilar informações é um aspecto difícil para gerenciar informações.
  • Mais de 50% das informações que os gerentes obtém não têm valor para eles.
  • 42% usaram uma informação errada pelo menos uma vez por semana.
  • 53% disseram que menos da metade das informações recebidas são aproveitáveis.
  • Os portais corporativos têm um papel fundamental na otimização do tempo e na eficiência dos colaboradores.

Custos físicos - Refletem a redução de custos de bens tangíveis:

  • Diminuição de impressões
  • Redução de circulação de materiais
  • Taxa de envio

Produtividade – Pode haver ganho de produtividade devido a:

  • Processos automatizados
  • Agilidade no encontro de informações

Comunicação – A intranet pode promover maior:

  • Integração entre pessoas e departamentos
  • Redução das barreiras geográficas ao possibilitar a formação de grupos interdisciplinares
  • Promover redução de custos de viagem ou de telefonia se tiver recursos de colaboração.

Competitividade – A empresa ganha ao melhorar o acesso sobre:

  • Informações
  • Dados competitivos
  • Compartilhar objetivos
  • Incentivar a inovação e
  • Permitir um fluxo livre de idéias

Redução ou eliminação de erros em processos – A empresa pode acabar com:

  • Problemas gerados por processos manuais
  • Ganha controle do seu estágio
  • Além de informações gerenciais

Recursos humanos – A área de recursos humanos pode:

  • Beneficiar através do aumento das taxas de retenção de funcionários
  • Ampliação da satisfação dos colaboradores
  • Redução da perda de conhecimento
  • Redução de custos de treinamentos, no caso de ações de e-learning

Infraestrutura

  • Redução de custos de operação por haver compartilhamento da infraestrutura.
  • Em relação aos sistemas tradicionais, tem mais facilidade de uso, sem necessidade de treinamentos.

Portanto, o profissional de comunicação tem que ser multidisciplinar, ou seja, saber passar as informações que possui corretamente para o seu público-alvo, e com uma linguagem que ele compreenda; ter estratégias para fazer com que todas as áreas passem informações verdadeiras para a intranet; mostrar em números os benefícios que a intranet está proporcionando para a empresa; e promover a colaboração dos profissionais da empresa, fomentando a colaboração não competitiva. Ou seja, muito trabalho!

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Pagamento online e Segurança na transação FNEC – Parte 2

Por: Alessandra Mazzariolli

Wednesday 16 June 2010 às 05:20

Categoria: Eventos, Marketing, Web

Já comentei sobre Usabilidade e melhoria dos serviços em e-commerces, post sobre palestras que assisti na FNEC.

Agora dando continuidade aos temas abordados no evento, separei dois assuntos importantes, ferramentas de pagamento online e segurança das compras.

Pagamento como ferramenta estratégica

Como afirmou Igor Senra da MoIp, empresa da iG, 35% consultam na web para comprar nas lojas físicas.

“Precisamos oferecer uma experiência de compra, caso contrário o usuário sairá do seu comércio eletrônico. O pagamento deve ser fácil, rápido, seguro, completo, não há espaço para erro. É preciso trabalhar para aumentar a taxa de conversão”, disse Igor.

O e-commerce precisa estar em um ambiente em que haja estabilidade para abrir corretamente e com alta performance, pois a cada 1 segundo que demora a abrir perde-se 5% em vendas. Igor falou que “temos que mostrar o máximo de informações sobre o produto, [...]. Sobre o fluxo de venda, quanto maior o caminho para chegar no pagamento, menor as chances de finalizar as vendas”.

Com relação a Segurança e Credibilidade, Igor disse que quem possui esses itens fecham mais vendas. O telefone fixo aumenta a conversão das vendas, pois mostra a preocupação do e-commerce com os seus consumidores. Realize boas práticas: se o produto não for entregue para o consumidor, devolva o dinheiro.

Tenha uma gestão de risco bem feita, para que problemas como esses sejam resolvidos rapidamente. É preciso também acompanhar os pedidos para identificar fraudes. Existe o falso negativo (quando você acha que o cliente é fraudador mais não é).

Na MoIp 80% das ações são aprovadas automaticamente, o restante vão para um analista validar as compras em contato direto com o comprador (fazendo perguntas de segurança), sendo que 95% das compras são aprovadas no mesmo dia. Assim eles conseguem promover compras mais rápidas e assertivas. Outras ferramentas de pagamento são também o PagSeguro do UOL e o Pagamento Digital do Buscapé.

Quando um e-commerce utilizada uma dessas ferramentas de pagamento online não é necessário a aquisição de gateway de pagamento. A diferença é que usando essas ferramentas o usuário será direcionado para um ambiente do PagSeguro, Pagamento Digital, ou MoIp, ao contrário dos e-commerces que tem gateway de pagamento, em que todas as transações são feitas na própria plataforma do e-commerce. Como todas as empresas citadas anteriormente são sérias, e possuem um sistema adequado para realizar tal tarefa, hoje não vejo nenhum problema nessa mudança de “ambiente”. Apenas é preciso informar ao usuário essa mudança, como parte do procedimento para realizar o pagamento e finalizar o pedido. Para um usuário que não está acostumado com isso, ele pode se sentir inseguro em finalizar a compra.

Segurança da transação

Você é você? Como as operadores de cartão conseguem identificar se o usuário não é na verdade um fraudador? Como conseguir confirmar que compra é real? Pedro Chiamulera da ClearSale nos apresentou alguns estudos que a empresa faz para identificar sobre os usuários.

O e-mail é um dos coeficientes (score) de classificação para validar uma compra, ou seja, existem algumas combinações de dados para identificar uma fraude, como:

  • Nome e ano nascimento (risco 5 vezes maior)
  • Não ter o nome (risco 7 vezes maior)
  • Nome e sobrenome (24 vezes menor)

Outras variáveis de autenticação de e-mail:

  • Primeira letra do primeiro nome
  • Primeira letra do segundo nome
  • Na situação acima a fraude é quase zero

É preciso analisar também:

  • Endereço
  • Telefone
  • Tentativas anteriores de realizar uma compra

Domínios de alto risco (black list):

  • Rocketmail
  • Ubbi
  • Walla
  • Ymail

Eses são domínios estrangeiros ou novos, por isso são muito utilizados pelos fraudadores.

Existe uma estratégia de positivação da lista, ou seja, uma base de alerta (white list). Para isso são usados os seguintes dados comparadores:

  • CPF
  • Telefone
  • E-mail
  • Endereço

Essas análises tem o objetivo de:

  • Aprovar rapidamente o bom cliente
  • Boa experiência de compra
  • Retenção dos bons clientes
  • Baixo índice de perdas
  • Boas práticas

Para ver fotos do evento acesse meu Flickr.

Artigo já publicado sobre o evento e os próximos sobre o tema e-commerce:

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Usabilidade e melhoria dos serviços em e-commerces FNEC – Parte 1

Por: Alessandra Mazzariolli

Sunday 13 June 2010 às 20:12

Categoria: AI, Eventos, Marketing, Web

Estive presente na FNEC, o Fórum Nacional de E-commerce que aconteceu no dia 20/05 na AMCHAM em São Paulo (SP). Fui com um grupo de amigos, Guilherme Oliveira, Fernanda Naves, Aline Alvim e Júnio Cardoso.

Assim que tive conhecimento do evento, gostei muito dos temas das palestras. Entretanto, durante o evento, houve muito problema nos horários das palestras. Haviam dois palcos, o principal, no qual havia uma cerimonialista para cobrar a pontualidade dos palestrantes, e no segundo palco, os palestrantes ficavam o tempo que queriam. Isso desorganizou os horários, e muitos participantes ficaram tristes porque chegaram tarde nas palestras que queriam assistir. Mas gostei muito do evento, espero que alguém da organização leia este feedback e usem ele no próximo ano.

Pensando em usabilidade e melhoria dos serviços prestados em um e-commerce

Com relação as palestras, consegui assistir: Frederick van Amstel do Usabilidoido, César Groh da Livraria Saraiva, Denis Smetana do Pagamento Digital, Pedro Chiamulera da ClearSale, Marcio Chleba da Chleba, Igor Senra da Moip, Renato Steinberg da byMK, Mauricio Kigiela do Site Blindado, Flávio Dias do Walmart. Por isso, vou dividir este artigo em 4 partes, para o texto não ficar longo e cansativo. Em cada artigo selecionarei os principais itens que cada palestrante abordou sobre o tema e-commerce.

Na palestra de Frederick van Amstel do Usabilidoido, ele falou sobre o aumento do poder de compra da Classe C e a importância da navegação simplificada, pois o usuário pode se confunfir com tanta informação. Ou seja, uma boa Usabilidade ajuda o e-consumidor a comprar.

Outro aspecto relevante é a pesquisa de comportamento do usuário e identificação dos problemas. Às vezes páginas com alto índice de tempo, não significa necessariamente que é uma página intessante, e sim, que os usuários não estão conseguindo encontrar o que estão procurando. É preciso criar um relacionamento com os clientes e o segredo é o conteúdo e sua organização na página.

Já César Groh da Livraria Saraiva, disse que para melhorar seu trabalho teve que concentrar seus esforços em 3 áreas: Atendimento, Acervo (estoque, logística) e Serviços. César disse que é preciso “encantar o cliente“. Com relação a amplitude de produtos ele disse que os usuários precisam de “Dicas de como usar” (quantidade não significa que está atendendo bem, pois um grande número de usuários ficam indecisos sobre qual seria o melhor produto para a sua necessidade). Por isso é importante oferecer sugestões de produtos para perfis de clientes. Além disso, desenvolva uma comunicação integrada: marca, produto, conceito (on e offline).

Com relação a logística, as empresas precisam buscar por melhores serviços de entrega. Para fechar ele informou que o brasileiro adora “frete grátis”, mas ao cobrir esse valor, impede o varejista de melhorar outras serviços no e-commerce.

Os próximos artigos serão sobre os temas:

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Você sabia? Versão 4.0

Por: Alessandra Mazzariolli

Monday 08 February 2010 às 08:41

Categoria: Marketing, Redes Sociais, Web

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Tudo sobre a Internet (Infographic)

Por: Alessandra Mazzariolli

Sunday 07 February 2010 às 11:03

Categoria: Marketing, Web

Como os negócios são baseados em dados, números e gráficos, segue um material indicado pelo Twitter da @marthagabriel e @redes_sociais.

Você consegue ter uma visão geral do público que usa internet e algumas de suas particularidades, como por exemplo: quantos homens e mulheres acessam a internet, idade, escolaridade, quantas vezes usam internet, uso de computador destop e notebook, idade dos blogueiros, estilo dos blogueiros, penetração da internet, conexão da internet móvel, entre outros.

Estatísticas da Internet em Infográficos

Infográficos da Web

Fontes:

http://www.psfk.com/2010/02/infographic-all-about-the-internet.html

Via Twitter @redes_sociais e @marthagabriel

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Resultado da Pesquisa de Mídias Digitais

Por: Alessandra Mazzariolli

Monday 27 July 2009 às 21:07

Categoria: Comunicação, Planejamento, Web

Resultado da Pesquisa de Mídias Digitais

A pesquisa “Campanhas Online” teve o objetivo de conhecer o perfil dos usuários web, qual a função que a internet tem para eles e o mais importante, o quanto a publicidade online interfere no seu poder de decisão. Ela foi realizada no período de 15/07 à 26/07 por meio da ferramenta Google Docs.

Dados da pesquisa

Para divulgação da pesquisa, enviei um e-mail marketing para o mailing que eu tenho, utilizei o meu blog, meu Twitter, MSN, Orkut e Facebook. Percebi que há uma certa dificuldade em fazer as pessoas participarem de pesquisas, porque apenas 68 pessoas responderam. Mas estou muito grata pelas que participaram!

O público que atingi foi de 76% formado por pessoas entre 18 e 30 anos, cerca de 46% do Estado de Minas Gerais, em seguida São Paulo com a participação de 28%. A participação feminina foi de 43% e a masculina de 57%.

Gostei muito de saber que 79% dos usuários usam a internet para trabalhar, ler notícias, escrever e-mails, se relacionar em redes sociais, entre outros.

Resultado da Pesquisa de Mídias Digitais

E mais feliz ainda em saber que 51% dos usuários já fizeram entre 10 a 20 compras pela internet, isso mostra o quanto os usuários estão perdendo o medo de compras online, em fornecer dados pessoais como endereço, documentos e principalmente, números de cartão de crédito.

Publicidade digital

Links Patrocinados

Com relação a publicidade digital, obtive informações valiosas. Levando em consideração o perfil de usuários que responderam a pesquisa, cerca de 25% não trabalham em agência offline/online (ou seja, não é o público que cria e desenvolve esses tipos de mídia), 24% clicam em Links Patrocinados, pois é uma mídia em crescimento. Fiquei contente em saber que 21% após clicarem em um Adwords, por exemplo, realizou uma compra. Isso mostra como os analistas de links patrocinados tem trabalhado bem mostrando resultados relevantes!

Banners

Fiquei impressionada foi com o resultado de banners, 50% não clica e 50% clica, dado que mostra que estamos precisando trabalhar melhor essa mídia, precisamos reconquistar o espaço do banner. Talvez trabalhando com formatos diferenciados, mais interativos, que atraiam mais a atenção e o desejo do clique, por parte do usuário. Dicas?

Redes Sociais

A grande novidade é a publicidade em redes sociais, já conseguimos alcançar 26% dos usuários desta pesquisa. O quê precisamos fazer para conquistar mais os internautas? Gostaria de ter a participação nos comentários de quem participou da campanha. Para você, o que ainda precisa ser melhorado nas mídias em redes sociais?

Promoções Online

Um dado bom é saber que 79% das pessoas participam de promoções online, ou seja, devido a facilidade do cadastro, há uma grande penetração neste tipo de campanha. E elas são tangíveis, ou seja, 51% conhecem pessoas ou já ganharam nessas campanhas. Isso realmente dá muita credibilidade para a empresa, a marca do produto e o retorno do usuário para participar em novas campanhas.

Newsletters/E-mails marketing

Quando perguntado se os usuários assinam newsletter de produtos e serviços que gostam, 79% afirmaram que sim, sendo que 56% já fizeram compras pela internet após receber um e-mail marketing. Mas cuidado, 94% das pessoas responderem que já se descadastram da newsletter quando perceberam que o conteúdo já não era mais relevante para eles, portanto, saibam segmentar os mailings e os conteúdos, pois é possível sim perder “clientes” quando um material é enviado sem prévia análise, ou melhor, estudo do comportamento e gostos do consumidor.

Compras na web

Os produtos eletrônicos ainda são os mais comprados pela web, cerca de 46%, em seguida estão os Livros/Revista com 29%.

Conteúdo

Já com relação a conteúdo buscado, a grande maioria, com 57%, gosta de ler notícias em portais e blog .

A última pergunta da pesquisa, foi apenas para conhecer se há assuntos que gostariam que fossem mais discutidos na web. Já que vende-se conteúdo também. Algumas solicitações* que os usuários fizeram:

  • Cases interessantes e divertidos
  • Web 3.0
  • Gostaria de cases de campanhas integradas – online + offline. Acho isso ainda não está bem resolvido no mercado.
  • Informações, dicas, cases, relatos sobre o Profissional de Atendimento (vulgo Comercial).
  • Campanhas de comunicação interna e as novas tecnologias que podem ser utilizadas para agilizar, comprometer e motivas os funcionários de uma organização.
  • O que dá errado nas campanhas e ninguém conta. Há estratégias que condeno, como a picaretagem dos posts pagos, e que nenhum profissional que atue na área comenta, apenas elogia. Pelo menos eu não vi até agora.
  • Planejamento de comunicação para pequenas agências e pequenos clientes.
  • Estratégias de manutenção do relacionamento com os consumidores após a criação de buzz.
  • Casos práticos de campanhas que deram resultados e que estes resultados foram mensurados.
  • Networks e suas funções sociais! O povo só usa porque tá na moda. Ex.: Twitter!
  • Mau entendimento da profissão de RP

*Os demais assuntos estão no relatório que você pode baixar aqui.

O interessante dessa pesquisa foi perceber que os usuários “comuns” (leia-se pessoas que não trabalham diretamente com web), estão cada vez mais interessadas em utilizar a ferramenta não só para ler e-mails, mas também para se relacionar, ler notícias, entre outros. Outro fato comprovado foi que o medo da web está acabando, pois cada vez mais as pessoas estão comprando pela internet, participando de ações online (promoções), se tornando um consumidor de conteúdo exigente, e sendo muito crítico, pois não aceita mais receber materiais que não estão relacionados a seus gostos pessoais.

Precisamos começar a estudar melhor como trabalhar o marketing em redes sociais, que é a grande novidade. Como fazer que um conteúdo pago seja introduzido em uma rede social sem que seja agressivo demais, e que envolva o usuário, fazendo-o sentir a necessidade de clicar no banner para ver a interação, ou, o conteúdo por trás dele.

É importante deixar claro que links patrocinados, banners, redes sociais, promoções online e e-mail marketing não precisam atingir 100% para dar resultado. Na realidade, como podemos ver no relatório da pesquisa, cada usuário é provocado por uma mídia diferente. Nem todos gostam de banners, e nem todos gostam de promoções online, mas uma grande parte é atraído por e-mail marketing, e quando é realizado uma pesquisa, os links patrocinados auxiliam no resultado.

Portanto, as diferentes mídias digitais estão aí para complementar as vendas e a divulgação das marcas na mente do consumidor, como também não podemos deixar de utilizar a TV, os jornais e o rádio, pois em cada ferramenta conseguimos alcançar um público diferente.

Veja o relatório completo da pesquisa de Campanhas Online.

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Sobre Alê Mazzariolli

Alessandra Mazzariolli Alê Mazzariolli é formada em Letras pela UFU e com MBA em Marketing pela ESAMC. Já trabalhou com webwriting, endomarketing, arquitetura de informação e liderança de projetos. Agora está na área de Planejamento da Webroom.

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  • The Art and Science of Web Design - Jeffrey Veen
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