Compartilhe suas experiências na web
Por:
Monday 20 July 2009 às 09:30Listagem de todos os artigos da categoria "Web".
Por:
Monday 20 July 2009 às 09:30Por:
Thursday 16 July 2009 às 21:00Categoria: Comunicação, Web
O livro indicado no post anterior é uma obra licenciada por Creative Commons. Mas o que isso significa?
Que você pode copiar, distribuir, exibir, criar obras derivadas, vai tudo depender das condições de uso que o autor colocou para a obra. Para entender um pouco melhor sobre esse tema, assista ao vídeo abaixo.
Por:
Thursday 16 July 2009 às 06:32Categoria: Comunicação, Livros/Leitura, Web
Estou acompanhando as respostas da pesquisa que estou fazendo sobre “Campanhas Online” e a parcial é que a maioria das pessoas que responderam não trabalham diretamente em agências (off/online), mas procuram a internet como meio para adquirir informações.
Por isso, acredito que essa indicação de leitura será muito proveitosa, não só para os usuários que tem a internet, como entretenimento, mas também para os profissinais da área web que gostam de ler posts de blogueiros formadores de opinião.
“Para entender a internet” é um livro de noções práticas e os desafios da comunicação em rede, obra organizada por Juliano Spyer, e com a colaboração de diversos profissionais conhecidos pelos blogueiros, dentre eles estão Manoel Lemos (BlogBlogs), Edney Sousa (Interney), Ronaldo Lemos (Overmundo), Fábio Seixas (Camiseteria), Luli Radfahrer (Luli), Carlos Merigo (Brainstorm 9), Rosana Hermann (Querido Leitor), entre muitos outros.
Para baixar o livro na versão em PDF acesso o site Para entender a internet. A obra é licenciada por Creative Commons.
Por:
Wednesday 15 July 2009 às 16:59Categoria: Cursos, Marketing, Treinamento, Web
Estou montando um workshop para os profissionais da área de conteúdo da empresa onde trabalho, ele conterá desde as dicas de redação para internet, até a criação de campanhas online.
São assuntos que vi em palestras e cursos que participei, e debates que já tive com alguns amigos e colegas da área. Dentre os assuntos abordados estarão a publicidade na web e a aceitação dos usuários.
E para dar mais veracidade aos estudos e a apresentação, gostaria muito que você participasse da minha pesquisa.
Como um professor de marketing já me disse um dia, você tem que “entender e atender o cliente&”, ou, nesse caso, o usuário, só assim é que conseguiremos produzir conteúdo relevante e interessante para eles. Por isso me ajude a produzir um material de qualidade, participando da pesquisa!
Clique aqui para acessá-la
.
É rapidinho! Desde já, obrigada pela sua participação!
Por:
Tuesday 14 July 2009 às 13:09Para quem ainda tem dúvida o que é Marketing de Guerrilha indico o vídeo abaixo feito pelo programa Vida Loca Show em 2007 que explica esse conceito. O vídeo é antigo, mas o conteúdo com certeza é atual e foi criado de uma maneira muito divertida.
Por:
Sunday 12 July 2009 às 22:41Categoria: Comunicação, Networking, Web
Já no mês passado, eu estive no Social Media Brasil, juntamente com minhas amigas Andréa Santos e Aline Alvim. O evento aconteceu em São Paulo (SP), mas exatamente no belo Teatro Gazeta, (onde já tive a oportunidade de assistir a uma peça teatral ao lado do meu amigo Bruno Figueredo e tirar fotos com famosos. Nessa oportunidade também tínhamos ido para fazer um curso, só que esse eu não recomendo, pelo menos não para quem é já um usuário experiente em internet. Quem quiser saber é só me procurar).
Enfim, voltando ao assunto, nos dias 5 e 6 de junho o Teatro Gazeta foi palco de um evento que deu foco nas Redes Sociais, ou melhor, nas ações realizadas em Orkut, Twitter, Facebook, Sonico, You Tube, entre outros.
Foi um encontro muito interessante, pois lá estavam as melhores agências de São Paulo e do país mostrando as suas campanhas, os cases de sucesso e os problemas que já tiveram nas ações em redes sociais.
Edney Souza, ou, Interney, iniciou as palestras com o tema Percepção das Redes Sociais. Ele disse que todos estamos a procura da especialização em Mídia Social, por isso, vamos refletir… Redes sociais são representações das relações humanas e compartilhamento de ideiais. A Sociologia estuda exatamente isso, a organização das sociedades humanas, seus padrões culturais, suas relações de produção e de consumo.
Como mediador disso, o computador, ou seja, a tecnologia é a plataforma de comunicação que veio para estabelecer, fortalecer e acelerar as relações sociais. Hoje o Orkut tem mais de 35 milhões de perfis brasileiros, com uma média de 4 horas de navegação de usuário/mês, o que nos possibilita utilizar essa plataforma para pesquisa de opinião, compra de links em perfis de comunidades, casting de super moderadores, aplicativos open social e por meio da interação com os usuários, gerar valor para a marca do nosso cliente.
Mas então vamos lá, vamos criar uma comunidade no Orkut, colocar a empresa do meu cliente no Twitter e fazer as pessoas verem a marca. Mas esperem um momentinho… Quem vai gerenciar a marca? O cliente, a área de marketing da empresa do meu cliente, ou, a agência especializada em internet?
Incógnita.. Na realidade não! Tudo dependerá da maturidade do cliente e de quem vai gerenciar essa marca na web. A pessoa que gerenciará sua marca na web precisa estar preparada para entender e atender o cliente, (guarde essa frase, meu professor de marketing me ensinou ela e nunca esqueci, com certeza será útil para você um dia), o profissional precisa conhecer a empresa, o máximo possível, saber quem procurar no caso de um problema, ou, na resolução de uma dúvida, pois pode ter certeza, os seus clientes na web não lhe darão flores para um mal atendimento, pois as redes sociais hoje é a melhor forma do consumidor exprimir o seu sentimento seja ele bom, ou, ruim. Portanto, além de fazer inteligentes campanhas, é preciso também saber fazer o gerenciamento de crise.
Tudo bem, já sei quem vai criar e cuidar da minha campanha, mas como medir os resultados? Para uma boa campanha é preciso que a marca seja monitorada mesmo antes da campanha, pesquisas de satisfação, receptividade dos produtos, atendimento da loja, enfim, os detalhes necessários para se conhecer o produto, o público-alvo e entender o que eles necessitam. Nesse momento, caso surja algum problema que seja possível ser afetado durante a campanha é preciso parar tudo, concertar a casa e depois voltar para a campanha online, caso contrário, a campanha não atingirá o resultado esperado. Portanto, o monitoramente deve ser antes, durante e depois, para acompanhar todo o amadurecimento da campanha e corrigir logo que ver alguma falha.
Guilherme Nascimento Valadares fez a platéia se perguntar “Mas será que Social Media dá resultado mesmo?”. Pense em todas as relações humanas realizadas em um Orkut, por exemplo, agora imagine o capital social, ou melhor, a troca de valor que existe nas conversas, você terá usuários comuns, consumidores falando sobre a marca por meio de uma publicidade espontânea, o único fato importante que seu cliente fez foi entrar nas redes sociais e colocar uma promoção por lá. O importante “é alinhar o conceito com o social media e você estará amarrando a campanha”. Mas lembre-se, social media não é sobre vendas, e sim sobre relacionamentos.
Já Edson, representante do Flickr apenas nos mostrou dados e algumas fotos (bem sutil), falou que no Flickr existem hoje mais de 3 bilhões de fotos, 73 milhões de membros e com um upload de 3 milhões de fotos por dia. E com uma nuvem de tags: arte, jornalismo colaborativo, história, fotografia, entre muitas outras, o Flickr se torna “os olhos do mundo”. Foi bem legal a apresentação do Edson, mostrou a colaboração e o compartilhamento por meio das fotos.
Na apresentação de Ian Black, o Twitter da “dona_lu” emocionou a todos, uma pessoa comum, em uma agência, criam um usuário para ela, e a partir disso ela começa a comunicar aos seguidores (da agência) qual seria a fruta do café da tarde, e informa também que está vendendo Avon. Isso que é comunicação e vendas! Ian também disse coisas legais como “Como escolher conceito”, “Pare de ouvir os gurus”, “Ouça as pessoas antes e depois”, “Entender e atender o cliente”, “Ideias boas são bem vindas”; e “Ideiais ruins custam caro”. Na apresentação dele ainda teve o caso “Claro que é rock”. Em que ele citou um case de sucesso e uma menina que estava na platéia gritou que era mentira. Veja o vídeo no You Tube e o texto de Ian Black sobre o assunto.
Com Roberto Aloureiro, descobri as 5 barreiras para uma empresa ser inovadora: o dono, pois só quer saber do retorno; departamento de TI, para eles rede social é quebra de segurança; departamento de marketing, que tem um livro de receitas e acha que podemos adaptar tudo do offline para o online; a agência offline, que criam campanhas mirabolantes; e a zona de conforto, que acha que está tudo bem e não precisa correr atrás da inovação. Roberto disse que a empresa precisa estar preparada para mudar sempre, ou seja, uma cultura de mudanças, e disse que para a Tecnisa há três palavras-chave: inovação, resultado e experiência. “Pedimos desculpa, mas não pedimos licença”, afirma Roberto. E foi assim que a Tecnica conseguiu fazer a venda de um imóvel com anúncios no Twitter. A nova lógica do consumidor é estar sempre bem informado, pesquisar bastante e a venda dá lugar a era do ajudar a comprar, ele complementou.
Houveram outras palestras, mas essas aí foram as mais importantes na minha opinião, e que me mostraram que todos nós estamos aprendendo a fazer mídia digital, algumas agências com contas e orçamentos maiores, conseguem fazer grandes ações, mas nós estamos aqui, e estamos aprendendo, inovando, arriscando e experimentando também!
Algumas situções inusitadas neste evento foram a internet lenta, o que ocasionou um Twitter de papel, no qual muitos usuários twitaram suas opiniões e críticas, os aplausos repentinos que significava (tá bom palestrante já entendi que a sua é jabá), alguns problemas no áudio e claro, a intensa participação da platéia, ou melhor, dos usuários, que se mostraram um pouco impacientes com algumas dessas situações acima. Mas com certeza, todos querem sempre o melhor evento, e todas as experiências são válidas e importantes para o crescimento dos eventos e dos organizadores.
Para ver as apresentações entre no site do Social Medial Brasil.
Por:
Sunday 12 July 2009 às 20:48Categoria: Comunicação, Networking, Web
Como já faz algum tempo que o evento foi realizado aqui em Uberlândia (MG), e por falta de oportunidade, não pude escrever sobre ele, queria apenas deixar aqui a minha opinião sobre o Agora, o 1º Encontro de Comunicação Digital de Minas.
Desde já gostaria de dizer que foi um excelente evento, e nem vou fazer jabá, já que a organizadora do evento foi a Fórmula P, agência concorrente da Webroom, onde trabalho. Mas com certeza, foi um momento de abrir as portas da comunicação digital para os empresários, donos de agências e profissionais que ainda estavam indecisos se migravam, ou, não para essa tal de internet.
São eventos como esse é que sinto falta aqui em Uberlândia, por isso, sempre que posso estou em São Paulo (SP), encontrando amigos como o Alexandre Formagio, ou, amigos de amigos, como o Bruno Torres, entre muitos outros em cursos e eventos da Web. Ou ainda, em eventos na “facha”, na FIEMG, ACIUB, entre outros lugares aqui mesmo da cidade. É só ter um evento legal, e que tenha um tópico que fale sobre Web, que já estou lá, na primeira fila.
Críticas? Eu tenho algumas críticas construtivas, vou fazê-las para a pessoa certa, para o organizador, Bruno Figueredo, que é quem precisa saber, para que no próximo evento, o encontro fique ainda mais bonito e assim possamos construir uma tradição desse evento aqui no interior de Minas Gerais.
Para quem quer saber um pouquinho dos assuntos discutos no evento, leia um post que fiz para o blog da Webroom, Agora. Análises, cases e o amadurecimento da mídia digital e veja fotos no Flickr.
Por:
Tuesday 05 May 2009 às 04:19Categoria: Comunicação, Networking, Planejamento, Web
Começa daqui a pouco o 1º Encontro de Comunicação Digital de Minas que acontecerá em Uberlândia (MG) no Center Convention.Com um público voltado para empresários locais, agências e anunciantes, profissionais da área, imprensa e formadores de opinião, possíveis investidores em mídia on-line e estudantes, o evento tem tudo para ser um grande encontro digital da nossa região.Profissionais nacionais e da região farão o evento se tornar um momento de troca de experiência e crescimento do setor.Alguns dos nomes conhecidos no Brasil estão:
Dentre os profissionais da região estão:
A organização do evento é da Fórmula P, a produção da UVA Promo, o apoio dentre outras empresas, da Webroom e como veículos oficiais a Rede Integração, afiliada da Rede Globo e o Megaminas, um dos maiores portais de conteúdo de Minas Gerais.Em breve, mais notícias sobre o que aconteceu no encontro.
Por:
Saturday 24 January 2009 às 14:16Categoria: Campus Party, Web
Algumas das curiosidades que aconteceram no Campus Party.
As coelhinhas da Playboy no stand da Abril Digital e Intel. Os nerds ficaram doidinhos nessas moças de ponpon e nádegas de fora.
O pessoal da TV tinha tanto trabalho que gravava e entrevistava ao mesmo tempo!
O jornalista global Ernesto Paglia também conferiu o evento e entrevistou o Edney do Interney, responsável pela área do Campus Blog. Falando no Edney, gostaria de parabenizá-lo porque só teve painel interessante no Campus Blog. Parabéns pela organização e pelos convidados que trouxe, foram ótimos!
Fila, algo bem constante no Campus Party. Mas também é compreensível, por causa da quantidade de pessoas, e a segurança que estava revistando entradas e saídas para a área de camping, exposição e o ambiente de refeições.
A área de “Mooding”, pc’s personalizados, também foi um dos grandes atrativos do Campus Party, como também a “Robótica” e a “Fotografia”.
Tinha robô andando para todos os lados…
… e fotógrafo* fazendo as modelos dos stands fazerem poses para as fotos.
*Esse fotógrafo aí é o Henrique do Revolução Etc. Pediu até para a modelo virar o rostinho mais para o lado esquerdo. Fala sério Henrique!
A galera de “Games” se divertiu no evento, os monitores grandes deram um gostinho mais emocionante aos jogos. Além dos campeonatos de games e fliperamas.
E os puffs, hein? Show de bola a idéia e quem estava assistindo as palestras nos puffs com certeza também adorou.
Tivemos o podcast ao vivo dos rapazes do Jovem Nerd, com público, premiações, leitura de e-mails e muita gambiarra como pode ser visto na foto.
A demarcação de território do Meio Bit.
Teve apresentação de street dance…

… e o painel mais “popular”, formado pela Bruna Surfistinha e companhia, cujo tema foi “Internet is for porno?”
Um painel muito interessante foi “A guerra dos padrões e a mobilidade” com Leda Spelman que juntamente com o MAQ, o Horário e o Bruno Torres formam o Acesso Digital, “que é um projeto que demandou a reunião de um experiente grupo de especialistas em acessibilidade, design, padrões web, usabilidade e tecnologias assistivas”. Fonte: Acesso Digital.
Esse foi um pouquinho do Campus Party 2009, muitos nerds, gente legal e painéis interessantes. Esses dias em São Paulo foram muito importantes, para conhecer blogueiros, escutar o que o pessoal das agências estão discutindo sobre mídias sociais, tendências e inovações. Até 2010!
Por:
Friday 23 January 2009 às 18:00Categoria: Campus Party, Web
Os desafios enfrentados por empresas e usuários devido a falta de leis de crimes na internet.
No painel moderado por Francisco Madureira (UOL) , os convidados Renato Opice Blum (Opice Blum Advogados Associados), Ronaldo Lemos (FGV, Creative Commons, Overmundo) e Ivo Corrêa (advogado do Google Brasil) falaram sobre “O direito conhece a internet?”.
Francisco Madureira informou que o objetivo do painel é entender se existe ou não legislação na internet. Madureira citou o caso “Cicarelli”, que foi filmada e caiu no YouTube, na época o site foi bloqueado no Brasil. Outro episódio é o projeto de Lei de Eduardo Azeredo de crimes na internet. O curioso é que o projeto de lei criminalizava sites que pediam cookie. Madureira informou que entrou no site do senador e o site dele plantava cookie nas máquinas dos usuários. Logo, ele perguntou “até onde vão as regras, os direitos e deveres?”.
O advogado representante da Opice Blum Advogados Associado relatou o caso de uma mulher que sofreu exposição da sua imagem pela internet, ou seja, o ex-namorado fez uma montagem com a foto da mulher e enviou para sua lista de contatos (pessoais e profissionais) informando que era uma garota de programa. Até ela explicar a todos os contatos que aquilo era um erro e tinha sido seu ex-namorado, sua vida já estava arrasada. Foi realizado uma verificação no provedor de acesso e descobriu-se que era realmente o ex-namorado por meio de perícia. Com base nisso, o advogado entrou na justiça contra danos morais, como a pena era menor que 2 anos, o rapaz pode pagar a indenização de R$ 5.000,00, ou, cestas básicas. Mas a cliente não aceitou, e recorreu na segunda estância em Minas Gerais e conseguiu R$ 100.000,00. “Pode ser que ela não receba, mas a sensação dela foi de confiar na internet”.
Para Ivo a resposta seria “sim e não”. Ainda não há legislação adequada para muitas situações. Isso provoca impasses. A tendência do judiciário é de tratar a internet como os outros meios de comunicação, como se o Orkut fosse um jornal, o YouTube como TV. O TSE trata a internet como rádio e TV (em linhas gerais), privando os usuários de terem informações dos candidatos. Ao comparar o uso da internet no Brasil com os EUA notamos um abismo e o mal de tratar a internet como meios de comunicação de massa.
Já Ronaldo Lemos disse que “em 1996 teve uma lei para regulamentar o grampo telefônico, pois não havia regulamentação de modo que isso ocorria apenas quando havia uma ordem judicial. Após 12 anos 400 mil grampos foram autorizados. Isso chama a atenção para a internet, como não existe uma regra para dar autorização, tanto para casos que deve e não deve ser dado”. É a idéia de privacidade, quais são os momentos que o juiz pode dar ou não autorização para investigar os casos. Esses casos não podem ser resolvidos a partir do individual, e sim, do coletivo. É preciso de regulamento, uma lei que diga que o juiz só pode autorizar casos considerados graves, com alto potencial ofensivo. O interesse individual não pode ser maior que o coletivo.
Madureira, então questionou para os convidados que medida precisamos tomar para ter privacidade?
Ivo informou que os juízes devem se atualizar, pois quando uma grande parte fez a faculdade de Direito não existia internet, portanto, é falta de conhecimento.
Já Ronaldo disse que não existe regulamento específico para conteúdos na internet. Devemos sim criar mecanismos de contra-peso nessa situação. Nos EUA quando um provedor de conteúdo produz um material ofensivo, o mesmo é notificado, e se a pessoa ou empresa não tomar providências para tirar do ar, sofrem intervenções legais. Mas é possível fazer uma contra-notificação. O importante no Brasil é estabelecer regras claras, pois enquanto não tem, cada juiz toma sua decisão.
Alê Mazzariolli é formada em Letras pela UFU e com MBA em Gestão de Marketing pela ESAMC. Já trabalhou com webwriting, arquitetura de informação, liderança de projetos e planejamento. Agora está na área de Marketing Digital da Rede Eletrosom S/A.
Esta é uma lista de blogs de amigos e alguns profissionais que admiro. Por isso, vale a indicação.
Alê Mazzariolli - (CC) Alguns Direitos Reservados - Powered by WordPress
O conteúdo deste site de autoria de Alê Mazzariolli e está sob a licença de Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil. Permissões e/ou restrições além do escopo desta licença podem ser vistas e/ou requeridas na minha página de licença. Nenhum conteúdo deste site pode ser copiado e reproduzido em outro site sem autorização do autor!
Nenhum conteúdo deste site pode ser copiado e reproduzido em outro site sem autorização do autor! Mais detalhes aqui!
Template by Henrique C. Pereira