A evolução da língua portuguesa
Mudanças da língua e a influência da web
Pesquisadores, professores, estudantes, todos estão sempre discutindo sobre a evolução da língua e as conseqüências do Orkut, Messenger, Google Talk, Skype, entre outros meios de comunicação online, na linguagem escrita. Sabemos que essas são ferramentas de comunicação rápida, e por isso, existe a abreviação de diversos termos como: você (vc), também (tb), espera aí (peraí), beijo (bj), abraços (abs), entre muitos outros.
O que encontramos são jovens inventando e reinventando a nossa língua materna. São criadas palavras específicas para grupos de amigos, ou até mesmo, dialetos que significam uma situação ou sentimento, que apenas uma “tribo” compreende. Além das imagens que são utilizadas para ilustrar alguma ação.
O interessante é que não podemos falar que isso é errado, porque se não fossem os jovens a língua escrita seria estática, algo que não poderia ser mudado, nem transformado com o tempo. Ou seja, não teríamos a evolução dos termos, dialetos e culturas.
Portanto, podemos dizer que existem expressões adequadas e inadequadas para cada contexto.
Se os jovens tivessem acesso a educação de maneira que eles soubessem adequar a língua portuguesa para cada situação da vida, ou melhor, contextualizar a sua linguagem para cada momento, acredito que a evolução da língua portuguesa seria mais aceita, porque apesar dos termos “rápidos” criados para se comunicar nos programas de bate-papo, eles saberiam também fazer o uso da norma culta, aquela que tanto incentivamos para as situações formais, como: concurso, vestibular, entrevista de emprego, reuniões, entre outros.
Isso significaria que em uma reunião de negócios, um jovem profissional, saberia pronunciar os termos da língua portuguesa na norma culta, fazendo a conjugação o adequada dos verbos e sabendo expor suas idéias de maneira coesa e coerente. Entretanto, em encontros com sua turma de amigos, esse mesmo jovem poderia utilizar os dialetos seja na língua oral, ou na língua escrita, que o define como participante de uma turma contemporânea.
A diferença está nessa contextualização da língua, porque o jovem tem sim o direito a evoluir a língua, mas junto com essa evolução ele precisa entender que para cada situação é necessário uma linguagem adequada, às vezes formal, outras informal.
Para exemplificar essa evolução da língua portuguesa de maneira muito bem humorada, assistam abaixo o vídeo “Evolussaum”, retirado do site Charges.com.br. Ou, façam o download do vídeo.
Publicado em: 28/05/2008 | Tags: Web, Comunicação, Webwriting | Comentários: 1
Boas condutas no e-mail corporativo
Novamente quero entrar nesse assunto do e-mail corporativo. Por quê? Porque é um dos grandes problemas que vemos nas empresas. Os profissionais não sabem se comunicar, muitas vezes não sabem escrever um e-mail, ou, simplesmente dividir as informações na mensagem, de forma que fique clara.
Desde que comecei a trabalhar como webwriter devo enviar quase todos os dias cerca de vinte e-mails, tanto para clientes como também para os colaboradores da empresa. Por isso, resolvi tomar alguns cuidados para que os e-mails não fossem esquecidos pelos clientes, pelos colaboradores e por mim.
Informe aos responsáveis pelo projeto todas as atividades em desenvolvimento
Sempre que recebo um e-mail solicitando alterações em um determinado projeto, eu reencaminho para todos os profissionais envolvidos do projeto. Você acha que isso é spammer? Não mesmo, isso se chama responsabilidade.
Dessa maneira, o programador, o webdesigner, o redator, o consultor comercial, o gerente, entre outros profissionais responsáveis pelo bom andamento do site, estarão ciente da evolução do projeto, as alterações, solicitações e problemas enfrentados durante o desenvolvimento do site.
A boa comunicação entre os profissionais melhora os índices de qualidade e diminui o número de erros dos projetos.
Dicas
Sobre a distribuição das informações nos e-mails
- Escreva parágrafos pequenos, pois assim o destinatário não terá preguiça de ler o seu e-mail. Por mais que o e-mail tenha que ser grande - porque pode ser a documentação de uma alteração do projeto, ou, ata de reunião - o simples fato de existir parágrafos pequenos já facilita a leitura.
- Pense que um e-mail deve ter início, meio e fim, portanto, comece a mensagem com um cumprimento, faça os comentários – solicitações, argumentações, ou, justificativas – em seguida, finalize a mensagem informando o que se espera com o e-mail, ou, o objetivo que teve a mensagem.
- Releia a mensagem antes de enviar o e-mail. Se você não utilizar o corretor automático do Outlook (ou do seu e-mail pessoal), então, tenha esse cuidado, pois muitos erros podem ser evitados com a leitura. Mas se caso você enviar a mensagem e só depois ver o erro, não tenha vergonha de reencaminhar o e-mail corrigindo.
Sobre a separação dos e-mails
- Uma dica que já comentei em outro artigo, mas que seria interessante repetir é: se você utiliza o Outlook para receber seus e-mails, crie uma pasta com o nome de cada projeto que está trabalhando, assim fica mais fácil você encontrar os e-mails. Caso você use, por exemplo, Gmail, nele você pode criar as pastas e dividir seus e-mails nelas.
- Outro detalhe, sempre no assunto do e-mail, coloque primeiro o nome do projeto e depois o título. Essa é outra maneira de encontrar com maior facilidade o e-mail do seu cliente.
Como responder um e-mail de solicitações do cliente?
Muitas vezes seu cliente lhe envia um e-mail com uma lista enorme de tarefas para fazer, são correções, alterações, implementações, e você precisa responder o cliente, dar um “feedback” sobre as atividades que já foram realizadas no projeto e o quê ainda está em andamento.
Uma maneira clara de responder o cliente é copiar a lista de solicitações, você pode passar para o Word e abaixo de cada tópico escrito pelo cliente, colocar com uma fonte e cor diferente, a resposta para cada solicitação. Assim fica mais claro do cliente entender qual é a resposta.
Parece bobo, mas vejo muito desses problemas no dia-a-dia, além de ouvir profissionais de outras empresas, ou seja, outros ramos de negócio, o problema que eles enfrentam com os e-mails. O problema não está apenas nos profissionais web, o problema de comunicação é geral. As pessoas não sabem se comunicar com clareza e é isso que eu tento melhorar na empresa onde trabalho.
Portanto, fique atento ao enviar um e-mail para o cliente, ou, para os profissionais da empresa onde trabalha, preocupe-se em dividir as idéias em parágrafos e revisar o que você escreveu. Todos sabem a língua materna, o que precisamos é utilizá-la de maneira correta, principalmente, em ambientes em que a sua linguagem define muito o seu trabalho.
Publicado em: 04/05/2008 | Tags: Web, Comunicação, Acessibilidade, Webwriting | Comentários: 4
Aspectos positivos e negativos do e-mail marketing
A personalização de campanhas de e-mail marketing
Ampla capacidade de disseminação de informações
Todos sabemos que hoje, o envio de uma campanha de e-mail marketing (campanha publicitária virtual enviada para um determinado grupo de e-mails “mailing” de uma empresa, expondo detalhes sobre seus produtos e serviços), é o meio mais prático, rápido e barato de apresentar e aumentar a venda de produtos e serviços para os usuários.
É com o e-mail marketing que uma grande parte dos usuários conhecem e chegam até as páginas dos novos produtos que uma determinada empresa está lançando no mercado, exemplos disso são as campanhas diárias que Submarino, Saraiva, Americanas, entre outros grandes e-commerces enviam para os e-mails dos seus usuários/clientes.
Pense bem… Essas empresas não precisaram selecionar seus dados, confirmar endereço e enviar folders e malas-diretas para a sua casa, elas simplesmente criaram um mailing que permitisse que enviasse sempre novidades para os seus usuários.
Como os sites criam o mailing
Para quem não conhece a forma como um mailing é criado, é bem simples. Geralmente há campos pré-preenchidos determinando algumas ações na página, uma delas é o campo “Desejo receber notícias de promoções deste e-commerce e de seus parceiros ”.
Quando você se cadastra num site e deixa esse campo marcado, você está dando autorização para que seu e-mail entre no mailing daquele site, e conseqüentemente, receba e-mails da empresa e das lojas parceiras àquela que você havia se cadastrado. É como se você aceitasse receber mensagens de outros sites, sem mesmo ter acessado-os.
Aspecto positivo e negativo
Acompanho diariamente o lado bom e ruim do envio de campanhas de e-mail marketing, pois sempre envio campanhas para os clientes da empresa onde trabalho. Como profissional web, eu reparo naquele item marcado, mas muitos usuários não percebem isso, e acabam “sendo cadastrados” ao clicar em “enviar dados”.
O que percebo é um aumento significativo de usuários que se descadastram após receber a newsletter, pois receberam sem aceitar realmente àquela campanha. O marketing que deveria servir como positivo acaba se tornando negativo para a empresa que enviou a campanha. Acredito que a solução seria deixar o campo de maneira mais evidente para o usuário, quando ele fosse realizar o cadastro, além de deixar tudo bem descrito na “Política de privacidade do site”, ou seja, explicar para quais fins seriam utilizados os e-mails e os demais dados.
O lado positivo da campanha de e-marketing continua sendo o rápido alcance de públicos específicos, pois há cadastros que permitem filtrar as preferências dos usuários e assim enviar campanhas que atendam as necessidades desses usuários. Entretanto, existem estudos que indicam que o usuário não gosta desse tipo de campanha, que foi criada especialmente para um perfil, porque demonstra que seus dados e suas preferências já seriam públicas na web. Isso traz insegurança para o usuário. Esse é o tema do primeiro artigo citado abaixo.
Mas um detalhe muito importante e que muitos profissionais que enviam campanhas de e-mail marketing esquecem é que ao enviar a campanha para um mailing já cadastrada é preciso filtrar os e-mails dos usuários que se descadastraram daquele mailing. Esse é o tema do artigo que Ricardo Ramos escreveu para o Webinsider. Muito interessante! Para lê-la, clique no link abaixo.
Artigos relacionados
Publicado em: 24/04/2008 | Tags: E-mail marketing, Comunicação, Webwriting | Comentários: 5
Feeds ou RSS, para quê mesmo?
Você sabe o que são Feeds ou RSS?
Às vezes utilizamos a expressão Feeds (Charges.com.br, Profissão Web, Revolução Etc, Paola Sales), outras vezes usamos RSS (Globo.com, Brainstorm 9, UOL). Enfim, o significado desta palavra feeds é alimentar. Mas para a web o Feed é a uma maneira pela qual o RSS* é conhecido, é um alimentador de informações, sendo uma forma de distribuição de conteúdo na internet. É um novo formato para acompanhar as últimas notícias, posts, entre outras atualizações de um site.
*RSS é um sub-conjunto de “dialetos” XML (eXtensible Markup Language) que servem para agregar conteúdo ou “Web syndication”.
- Como usar
Para fazer a leitura dos conteúdos recentes do site através de feeds é necessário a utilização de um programa chamado agregador de conteúdo, cujo receberá as atualizações do site. O conteúdo estará no seu leitor de Feed sem você ter que procurá-lo no site. Facilitando a busca pelo conteúdo e a sua leitura.
Já existem sites que funcionam como leitores de feeds, eles mostram as atualizações no próprio navegador, dispensando a instalação de softwares específicos. Alguns exemplos que podemos citar é o Bloglines e o Google Reader, ambos gratuitos. É uma excelente maneira de estar sempre atualizado, acompanhando os últimos posts e comentários.
Observação: Escrevi este pequeno artigo há muito tempo, tinha até esquecido e decidido não publicá-lo devido considerar uma informação que não seria tão novidade, mas hoje recebi um e-mail de um colega de trabalho, um link para o trabalho de Darley Passarin que explica detalhadamente sobre o tema “RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias” e refleti que sempre há algo novo que devemos aprender ou rever, já que principalmente em nosso meio, a informação de ontem já está bem desatualizada.
- Bibliografia
PASSARIN, Darley; BRITO, Parcilene Fernandes de. RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias. In: VII ENCONTRO DE ESTUDANTES DE INFORMÁTICA DO ESTADO DO TOCANTINS, 2005, Palmas. Anais… Palmas: 2005.
Publicado em: 31/03/2008 | Tags: Tecnologia, Documentação, Webwriting | Comentários: 1
Foco no usuário e troca de experiências no curso e AI
Nada melhor do que um curso de 16 horas de Arquitetura de Informação para voltarmos a dar valor ao usuário, ou seja, focar o nosso trabalho sempre nos anseios dos usuários e não apenas no cliente. Claro que é importante conhecer o negócio do cliente, até mesmo porque temos que fazer uma pesquisa aprofundada do seu sistema de rotulação, navegação, organização, produtos mais procurados, serviços mais importantes, entre outros, para conseguir alcançar uma arquitetura ideal.
Mas parece que passamos tanto tempo ouvindo o que o cliente quer e esquecemos que o que precisamos realmente alcançar é o quê o usuário procura, com qual rotulação que ele procura, quais são as formas de navegação do público-alvo, ou seja, como ele procura e os resultados que ele almeja alcançar.
Hoje posso dizer que um curso de AI é importante para qualquer profissional web, pois ele nos dá a visão de como as coisas devem realmente funcionar, desde o momento da pesquisa, concepcão, especificação, implementação e da avaliação de um site ou sistema. É a melhor maneira de mostrar como os profissionais envolvidos no projeto: o design gráfico (ou webdesign), o arquiteto de informação, o redator (ou webwriter) e o programador, devem estar alinhados para que o projeto saia conforme o estruturado.
Uma ênfase que o Guilhermo Reis e o Dante Callegaris fizeram no curso muito interessante é que o arquiteto não faz apenas wireframe, como disse acima, existe todo um estudo por trás do wireframe, que acaba sendo o resultado das pesquisas realizadas com os usuários do site, compreensão do negócio do cliente e novas implementações.
Deste curso guardo ótimas recordações, filosofias de vida, troca de experiências, discussões, teste de usabilidade, novos contatos, amigos e com certeza novas dúvidas que só com o trabalho, ou seja, a mão na massa vão conseguir sanar. Agora, nada melhor do que a paparazzi do evento para mostrar alguns momentos que marcaram o curso.
Confira as fotos no meu Flickr.
Já estou com saudades de todos: Jenifer Jardim, Renata Aguiar, Rogério Pereira, Guilhermo Reis, Roberto Moreno, Francisco Madureira, Rafael Oliveira, Dante Callegaris, Raquel da USP, e todos os outros colegas de profissão, um carinhoso abraço!
Observação: O wireframe apesar de não ser o único trabalho do arquiteto de informação foi uma imagem que resolvi usar para ilustrar o artigo, já que era uma imagem que eu tinha e não precisei buscar em algum banco de imagens free. É bom dar os créditos do wireframe ao meu grupo, formado por: Jenifer, Renata e Rogério.
Publicado em: 15/03/2008 | Tags: Curso, Tecnologia, AI, Usabilidade, Webwriting | Comentários: 1
Imagens, assunto importante.
Conteúdos tornam-se interessantes juntamente com imagens que descrevem o assunto.
Para um texto se tornar interessante há diversos aspectos que contribuem, dentre eles está a disposição clara das idéias, conseqüentemente, a coesão e a coerência do texto, mas também a imagem que foi relacionada ao texto.
Quem não gosta de ler algo que possui uma imagem chocante, curiosa ou afetuosa para mostrar o conteúdo que será tratado. Com certeza, tudo fica mais claro e intuitivo, além de chamar a atenção do usuário para o assunto que será tratado.
Como diz Steve Krug, uma das melhores formas de facilitar o rápido entendimento de uma página é assegurar que a aparência das coisas nas páginas – todas as dicas visuais – sejam claras e demonstrem exatamente as relações entre as coisas na página: quais coisas estão relacionadas e quais são parte de outras coisas.
Ou seja, se o usuário se interessa pelo assunto, com certeza ele prestará atenção ao conteúdo da página e lerá toda e qualquer informação contida nela. Mas para isso é preciso que você monte um conteúdo de maneira que atraia ao leitor e faça-o realmente entender a relação do texto com a imagem, dessa forma o usuário explorará a página e fará a leitura do texto (siga também as dicas do artigo abaixo Deixe seu conteúdo atraente.
Talvez, como já foi dito no início do artigo, seja importante uma boa gramática, outras vezes, um estudo científico sobre determinado assunto para poder conquistar o leitor, mas em outros momentos, uma imagem fala mais que mil palavras, portanto, busque sempre imagens para atrair o leitor. Mas muita atenção ao escolher imagens para representar uma notícia, rotular um ícone, ou utilizar em um layout, porque a utilização de imagens “pagas”, em layouts pode causar um grande prejuízo para a empresa que está desenvolvendo o site e a empresa que contratou o serviço de criação web, portanto, compre o direito de uso da imagem, ou utilize bancos de imagens free.
KRUG, Steve. Não me faça pensar / Steve Krug ; [tradução Roger Maioli dos Santos]. – São Paulo : Market Books, 2001.
Observação: A imagem utilizada neste artigo foi fotografada por Alessandra Mazzariolli. ![]()
Publicado em: 13/03/2008 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 2
Deixe seu conteúdo atraente
Dicas de como organizar melhor o seu conteúdo.
Para deixar seu conteúdo atraente e com uma leitura mais fácil para o usuário, divida-o em tópicos, principalmente se o conteúdo for algo “massante” e que possa distrair o leitor com o primeiro zum-zum de mosquito. Utilize marcadores para listar informações relevantes e faça uma leitura atenta do parágrafo, quando terminar de escrevê-lo, coloque subtítulos nos parágrafos, assim você conquistará a atenção do usuário, caso o assunto for realmente relevante para ele.
Caso seja um grande artigo, escreva se possível um resumo do assunto. Pode ser um “release”* maior do que o normal, porque se o usuário realmente estiver interessado, ele continuará a leitura, se não, ele passará para o próximo artigo. Essa é uma maneira de você não enganar o seu usuário, pois talvez com o título ele acredite que você passará uma determinada informação, mas no final, você acabe o frustrando.
Não escreva períodos longos, ou seja, parágrafos grandes que acabam confundindo o leitor. Outro detalhe importante é a pontuação , deixe seu leitor respirar, principalmente em caso de períodos muito longos utilize:
- Ponto de interrogação (?), sinal usado no fim de qualquer interrogação direta;
- Ponto de exclamação (!), sinal que pospõe qualquer enunciado de entoação exclamativa. Dependendo do contexto a frase pode ter uma expressão de espanto, surpresa, alegria ou entusiasmo;
- Vírgula (,),utilizada para separar elementos que exercem a mesma função sintática - sujeito composto, complementos, adjuntos;
- Ponto e vírgula (;), para separar num período as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão; para separar partes de um período, das quais uma pelo menos esteja subdividida por VÍRGULA; para separar os diversos itens de enunciados enumerativos;
- Dois pontos (:), servem para marcar na escrita, uma sensível suspensão da voz na melodia de uma frase não concluída;
- Aspas (“”), emprega-se no início e no fim de uma citação para distingui-la do resto do contexto; para fazer sobressair termos ou expressões; para acentuar o valor significativo de uma palavra ou expressão; para realçar ironicamente uma palavra ou uma expressão e no título de uma obra;
- Ponto final (.), assinala a pausa máxima da voz depois de um grupo fônico de final descendente. Indica o término de uma oração declarativa, seja ela absoluta, seja a derradeira de um período composto.
Com essas dicas, você melhora a disposição visual do seu texto e facilita a leitura dos usuários.
*Release: Pequena chamada de textos que resume o assunto de um artigo ou notícia.
CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo / Celso Cunha, Luís F. Lindley Cintra. 3.ed. – Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2001. Cap. 21 Pontuação.
Publicado em: 03/03/2008 | Tags: Livros/Leitura, Webwriting | Comentários: 2
Planejamento para 2008: Blog, profissão, vida pessoal…
Para 2008 eu pretendo finalizar alguns sonhos, continuar sonhando outros, lutar por algumas idéias e permanecer por aqui, e quem sabe já trabalhando em outra função.
Em primeiro lugar pretendo finalizar a minha faculdade de Letras que faço na Univesidade Federal de Uberlândia (UFU). Foram quatro anos muito alegres e sofridos. Noites sem dormir, apresentações de seminário, estudos e pesquisas. Mas que ao final contribuiram para a profissional que sou hoje. Mas exigente, organizada, letrada e responsável. O curso termino em Agosto deste ano.
Sobre os sonhos compráveis, acabei optando por comprar um notebook para trabalhar, além de continuar desejando fazer viagens interessantes, se tudo der certo, meu próximo destino com os amigos será Nova Viçosa na Bahia, essa viagem concluirá também o fim da minha faculdade. Tudo isso faz com que meu carro seja adiado, mas não esquecido. Tudo no seu tempo… na sua hora de acontecer! Quem sabe até o fim do ano.
Acredito que 2008 será um ano para lutar por direitos e por deveres, ou seja, por justiça. Para quem me conhece isso significa tentar recuperar algo que tiraram de mim, algo que eu não acreditava ser possível acontecer, mas que infelizmnte eu sofri. Será o tema de um dos meus próximos artigos.
Quem acompanha o meu blog sabe que eu sou Webwriter há três anos e que estou estudando para mudar de área. Um dos objetivos por ter comparecido ao EBAI foi conhecer um pouco do mundo dos Arquitetos de Informação do Brasil e procurar me familiarizar com a rotina do profissional, seus conhecimentos e a visão de web que possuem. Foi uma ótima experiência, uma viagem que pretendo repetir todos os anos que tiver, ou, sempre que for possível.
E como o conhecimento é algo imprescindível e que deve ser atualizado sempre, já estou procurando uma Pós-Graduação que seja interessante e voltada para a web, é claro, minha grande paixão.
Publicado em: 13/02/2008 | Tags: Informação, AI, Comunicação, Webwriting | Comentários: Ainda Sem
Aprenda a escrever e-mails para os clientes
Todos sabemos que a comunicação na web é livre, “o importante é a interação social”, mas alguns cuidados são importantes na hora de escrever e-mails para os clientes.
Por ser considerado uma forma de registro das atividades de um projeto, o autor do e-mail tem que conseguir transmitir a informação desejada, ser claro e explicar o que se pretende, portanto ser objetivo.
Nesse momento, os caracteres abreviados não são interessantes, nada de escrever “vc”, “tb”, “pra”, “pro”, entre outros. E nunca use gírias, pois estamos entrando em contato com clientes ou eminentes clientes e o uso de linguagem informal nesse momento é algo que cria uma imagem negativa.
Considere que o cliente está obtendo uma imagem da empresa contratada, e que o e-mail será uma das principais formas de comunicação que será utilizada. O e-mail deve começar cordialmente com um cumprimento, e logo em seguida, dá-se início as conversas sobre o tema do e-mail.
Uma dica é caso você tenha muitos clientes, e a quantidade de e-mails for grande, separe as mensagens por pastas, com o nome de cada projeto. Nunca apague um e-mail, pois quando você menos esperar. precisará dele para confirmar alguma informação, seja para algum responsável pelo projeto na empresa ou até mesmo para o seu cliente.
Outro fator importante é o título do e-mail, seja direto! Escreva palavras-chaves que já mostrem do que se trata o e-mail, e sempre antes de escrever o título escreva o nome do projeto, exemplo: Blog Alemazzariolli – Como escrever e-mail para os clientes.
É uma forma de você conseguir encontrar seus e-mails de uma maneira fácil, e ter todos em caso de necessidade.
Para quem não considera o e-mail uma forma de registro de informações ou formalização de um pedido, este é o momento de mudar essa imagem que possui do e-mail. Há muito tempo, o e-mail deixou de ser algo informal no meio corporativo e passou a ser algo que comprova fatos, ou seja, pedidos, reclamações, elogios, entre outros.
Tente praticar essas dicas durante a produção e organização dos seus e-mails. Com certeza você terá um bom retorno. Sua imagem ou da sua empresa estará mais clara para o cliente e, principalmente, a informação que você deseja transmitir será facilmente entendida.
Publicado em: 21/11/2007 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 4
A importância da interação com o cliente
Muitos dos problemas que acontecem durante o desenvolvimento de um projeto é a falha na comunicação. Nem é necessário que o cliente seja de outra cidade para que isso aconteça, são muitos os casos que por causa de uma falta de comunicação, ou devido a informações não repassadas corretamente, o projeto acaba se tornando prejuízo para a empresa que desenvolve e frustrando o cliente.
A solução não é algo tão simples. É preciso o envolvimento de toda a equipe, consultor comercial, gerente de projetos, e os departamentos de conteúdo, criação e tecnologia devem estar alinhados e engajados com os propósitos que o cliente deseja alcançar.
Em um primeiro momento, uma reunião para falar do projeto que será desenvolvido é o principal. Esclarecer sobre o negócio do cliente, a forma como o cliente imagina o site e ter a estrutura toda definida é o correto.
Durante o desenvolvimento do projeto, o webdesigner e o webwriter deverá manter um bom relacionamento com o cliente, pois aquele mostrará o layout para o cliente, e esse enviará os textos para aprovação, enquanto isso, o programador, inicia suas atividades na ferramenta que gerenciará o site ou já na programação de páginas do site.
A segunda ação é deixar todas as conversas com o cliente registradas no e-mail. Caso o cliente peça qualquer alteração, informe que ele tem que enviar por e-mail, é uma forma de ficar registrado tudo o que ele pediu, e principalmente, tudo o que já foi aprovado no projeto.
Outra ação importante, enviar sempre um e-mail com cópia para o consultor comercial e o gerente de projetos, pois são eles que poderão definir se as alterações poderão ser realizadas e estarão cientes caso aconteça algum problema.
E por último, caso o cliente seja daqueles super interessados pelo projeto, envie semanalmente um e-mail informando todas as atividades realizadas, como se fosse uma newsletter das atividades desenvolvidas no projeto daquela semana, pois é uma maneira do cliente ficar informado e da empresa mostrar que aquele projeto é importante e que está sendo desenvolvido.
A comunicação com o cliente é uma das partes mais significantes de todo o projeto. Quantas vezes você já recebeu um e-mail do cliente pedindo informações sobre o projeto, o status do desenvolvimento ou entender por qual motivo ele não tem resposta do andamento do site? Portanto, para garantir que seu cliente continuará sendo seu cliente após a entrega do projeto, faça nesse momento o que é diferencial nas empresas atualmente, mantenha-o sempre ciente do andamento do projeto, dos problemas encontrados durante o desenvolvimento e qual a solução que a empresa ou o profissional está buscando para resolver . Essa é uma ótima maneira de fazer com o que o seu cliente entenda todos os processos do desenvolvimento do site e esteja atualizado sobre o status do projeto.
Quanto mais cuidado e atenção você tratar o seu cliente, mais vínculos você estará criando com ele, e a conseqüência é a fidelização da empresa de desenvolvimento web com o seu cliente.
Publicado em: 28/09/2007 | Tags: Comunicação, Processos, Webwriting | Comentários: Ainda Sem









