Esta é minha lista de artigos com a tag "Webwriting"

Foco no usuário e troca de experiências no curso e AI

Meu primeiro wireframe

Nada melhor do que um curso de 16 horas de Arquitetura de Informação para voltarmos a dar valor ao usuário, ou seja, focar o nosso trabalho sempre nos anseios dos usuários e não apenas no cliente. Claro que é importante conhecer o negócio do cliente, até mesmo porque temos que fazer uma pesquisa aprofundada do seu sistema de rotulação, navegação, organização, produtos mais procurados, serviços mais importantes, entre outros, para conseguir alcançar uma arquitetura ideal.

Mas parece que passamos tanto tempo ouvindo o que o cliente quer e esquecemos que o que precisamos realmente alcançar é o quê o usuário procura, com qual rotulação que ele procura, quais são as formas de navegação do público-alvo, ou seja, como ele procura e os resultados que ele almeja alcançar.

Hoje posso dizer que um curso de AI é importante para qualquer profissional web, pois ele nos dá a visão de como as coisas devem realmente funcionar, desde o momento da pesquisa, concepcão, especificação, implementação e da avaliação de um site ou sistema. É a melhor maneira de mostrar como os profissionais envolvidos no projeto: o design gráfico (ou webdesign), o arquiteto de informação, o redator (ou webwriter) e o programador, devem estar alinhados para que o projeto saia conforme o estruturado.

Uma ênfase que o Guilhermo Reis e o Dante Callegaris fizeram no curso muito interessante é que o arquiteto não faz apenas wireframe, como disse acima, existe todo um estudo por trás do wireframe, que acaba sendo o resultado das pesquisas realizadas com os usuários do site, compreensão do negócio do cliente e novas implementações.

Deste curso guardo ótimas recordações, filosofias de vida, troca de experiências, discussões, teste de usabilidade, novos contatos, amigos e com certeza novas dúvidas que só com o trabalho, ou seja, a mão na massa vão conseguir sanar. Agora, nada melhor do que a paparazzi do evento para mostrar alguns momentos que marcaram o curso.

Confira as fotos no meu Flickr.

Já estou com saudades de todos: Jenifer Jardim, Renata Aguiar, Rogério Pereira, Guilhermo Reis, Roberto Moreno, Francisco Madureira, Rafael Oliveira, Dante Callegaris, Raquel da USP, e todos os outros colegas de profissão, um carinhoso abraço!

Observação: O wireframe apesar de não ser o único trabalho do arquiteto de informação foi uma imagem que resolvi usar para ilustrar o artigo, já que era uma imagem que eu tinha e não precisei buscar em algum banco de imagens free. É bom dar os créditos do wireframe ao meu grupo, formado por: Jenifer, Renata e Rogério.

Publicado em: 15/03/2008 | Tags: Curso, Tecnologia, AI, Usabilidade, Webwriting | Comentários: 1

Imagens, assunto importante.

Conteúdos tornam-se interessantes juntamente com imagens que descrevem o assunto.

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Para um texto se tornar interessante há diversos aspectos que contribuem, dentre eles está a disposição clara das idéias, conseqüentemente, a coesão e a coerência do texto, mas também a imagem que foi relacionada ao texto.

Quem não gosta de ler algo que possui uma imagem chocante, curiosa ou afetuosa para mostrar o conteúdo que será tratado. Com certeza, tudo fica mais claro e intuitivo, além de chamar a atenção do usuário para o assunto que será tratado.

Como diz Steve Krug, uma das melhores formas de facilitar o rápido entendimento de uma página é assegurar que a aparência das coisas nas páginas – todas as dicas visuais – sejam claras e demonstrem exatamente as relações entre as coisas na página: quais coisas estão relacionadas e quais são parte de outras coisas.

Ou seja, se o usuário se interessa pelo assunto, com certeza ele prestará atenção ao conteúdo da página e lerá toda e qualquer informação contida nela. Mas para isso é preciso que você monte um conteúdo de maneira que atraia ao leitor e faça-o realmente entender a relação do texto com a imagem, dessa forma o usuário explorará a página e fará a leitura do texto (siga também as dicas do artigo abaixo Deixe seu conteúdo atraente.

Talvez, como já foi dito no início do artigo, seja importante uma boa gramática, outras vezes, um estudo científico sobre determinado assunto para poder conquistar o leitor, mas em outros momentos, uma imagem fala mais que mil palavras, portanto, busque sempre imagens para atrair o leitor. Mas muita atenção ao escolher imagens para representar uma notícia, rotular um ícone, ou utilizar em um layout, porque a utilização de imagens “pagas”, em layouts pode causar um grande prejuízo para a empresa que está desenvolvendo o site e a empresa que contratou o serviço de criação web, portanto, compre o direito de uso da imagem, ou utilize bancos de imagens free.

KRUG, Steve. Não me faça pensar / Steve Krug ; [tradução Roger Maioli dos Santos]. – São Paulo : Market Books, 2001.

Observação: A imagem utilizada neste artigo foi fotografada por Alessandra Mazzariolli. :)

Publicado em: 13/03/2008 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 2

Deixe seu conteúdo atraente

Dicas de como organizar melhor o seu conteúdo.

Para deixar seu conteúdo atraente e com uma leitura mais fácil para o usuário, divida-o em tópicos, principalmente se o conteúdo for algo “massante” e que possa distrair o leitor com o primeiro zum-zum de mosquito. Utilize marcadores para listar informações relevantes e faça uma leitura atenta do parágrafo, quando terminar de escrevê-lo, coloque subtítulos nos parágrafos, assim você conquistará a atenção do usuário, caso o assunto for realmente relevante para ele.

Caso seja um grande artigo, escreva se possível um resumo do assunto. Pode ser um “release”* maior do que o normal, porque se o usuário realmente estiver interessado, ele continuará a leitura, se não, ele passará para o próximo artigo. Essa é uma maneira de você não enganar o seu usuário, pois talvez com o título ele acredite que você passará uma determinada informação, mas no final, você acabe o frustrando.

Não escreva períodos longos, ou seja, parágrafos grandes que acabam confundindo o leitor. Outro detalhe importante é a pontuação , deixe seu leitor respirar, principalmente em caso de períodos muito longos utilize:

  • Ponto de interrogação (?), sinal usado no fim de qualquer interrogação direta;
  • Ponto de exclamação (!), sinal que pospõe qualquer enunciado de entoação exclamativa. Dependendo do contexto a frase pode ter uma expressão de espanto, surpresa, alegria ou entusiasmo;
  • Vírgula (,),utilizada para separar elementos que exercem a mesma função sintática - sujeito composto, complementos, adjuntos;
  • Ponto e vírgula (;), para separar num período as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão; para separar partes de um período, das quais uma pelo menos esteja subdividida por VÍRGULA; para separar os diversos itens de enunciados enumerativos;
  • Dois pontos (:), servem para marcar na escrita, uma sensível suspensão da voz na melodia de uma frase não concluída;
  • Aspas (“”), emprega-se no início e no fim de uma citação para distingui-la do resto do contexto; para fazer sobressair termos ou expressões; para acentuar o valor significativo de uma palavra ou expressão; para realçar ironicamente uma palavra ou uma expressão e no título de uma obra;
  • Ponto final (.), assinala a pausa máxima da voz depois de um grupo fônico de final descendente. Indica o término de uma oração declarativa, seja ela absoluta, seja a derradeira de um período composto.
  • Com essas dicas, você melhora a disposição visual do seu texto e facilita a leitura dos usuários.

    *Release: Pequena chamada de textos que resume o assunto de um artigo ou notícia.

    CUNHA, Celso. Nova gramática do português contemporâneo / Celso Cunha, Luís F. Lindley Cintra. 3.ed. – Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2001. Cap. 21 Pontuação.

Publicado em: 03/03/2008 | Tags: Livros/Leitura, Webwriting | Comentários: 2

Planejamento para 2008: Blog, profissão, vida pessoal…

Para 2008 eu pretendo finalizar alguns sonhos, continuar sonhando outros, lutar por algumas idéias e permanecer por aqui, e quem sabe já trabalhando em outra função.

Em primeiro lugar pretendo finalizar a minha faculdade de Letras que faço na Univesidade Federal de Uberlândia (UFU). Foram quatro anos muito alegres e sofridos. Noites sem dormir, apresentações de seminário, estudos e pesquisas. Mas que ao final contribuiram para a profissional que sou hoje. Mas exigente, organizada, letrada e responsável. O curso termino em Agosto deste ano.

Sobre os sonhos compráveis, acabei optando por comprar um notebook para trabalhar, além de continuar desejando fazer viagens interessantes, se tudo der certo, meu próximo destino com os amigos será Nova Viçosa na Bahia, essa viagem concluirá também o fim da minha faculdade. Tudo isso faz com que meu carro seja adiado, mas não esquecido. Tudo no seu tempo… na sua hora de acontecer! Quem sabe até o fim do ano.

Acredito que 2008 será um ano para lutar por direitos e por deveres, ou seja, por justiça. Para quem me conhece isso significa tentar recuperar algo que tiraram de mim, algo que eu não acreditava ser possível acontecer, mas que infelizmnte eu sofri. Será o tema de um dos meus próximos artigos.

Quem acompanha o meu blog sabe que eu sou Webwriter há três anos e que estou estudando para mudar de área. Um dos objetivos por ter comparecido ao EBAI foi conhecer um pouco do mundo dos Arquitetos de Informação do Brasil e procurar me familiarizar com a rotina do profissional, seus conhecimentos e a visão de web que possuem. Foi uma ótima experiência, uma viagem que pretendo repetir todos os anos que tiver, ou, sempre que for possível.

E como o conhecimento é algo imprescindível e que deve ser atualizado sempre, já estou procurando uma Pós-Graduação que seja interessante e voltada para a web, é claro, minha grande paixão.

Publicado em: 13/02/2008 | Tags: Informação, AI, Comunicação, Webwriting | Comentários: Ainda Sem

Aprenda a escrever e-mails para os clientes

Todos sabemos que a comunicação na web é livre, “o importante é a interação social”, mas alguns cuidados são importantes na hora de escrever e-mails para os clientes.

Por ser considerado uma forma de registro das atividades de um projeto, o autor do e-mail tem que conseguir transmitir a informação desejada, ser claro e explicar o que se pretende, portanto ser objetivo.

Nesse momento, os caracteres abreviados não são interessantes, nada de escrever “vc”, “tb”, “pra”, “pro”, entre outros. E nunca use gírias, pois estamos entrando em contato com clientes ou eminentes clientes e o uso de linguagem informal nesse momento é algo que cria uma imagem negativa.

Considere que o cliente está obtendo uma imagem da empresa contratada, e que o e-mail será uma das principais formas de comunicação que será utilizada. O e-mail deve começar cordialmente com um cumprimento, e logo em seguida, dá-se início as conversas sobre o tema do e-mail.

Uma dica é caso você tenha muitos clientes, e a quantidade de e-mails for grande, separe as mensagens por pastas, com o nome de cada projeto. Nunca apague um e-mail, pois quando você menos esperar. precisará dele para confirmar alguma informação, seja para algum responsável pelo projeto na empresa ou até mesmo para o seu cliente.

Outro fator importante é o título do e-mail, seja direto! Escreva palavras-chaves que já mostrem do que se trata o e-mail, e sempre antes de escrever o título escreva o nome do projeto, exemplo: Blog Alemazzariolli – Como escrever e-mail para os clientes.

É uma forma de você conseguir encontrar seus e-mails de uma maneira fácil, e ter todos em caso de necessidade.

Para quem não considera o e-mail uma forma de registro de informações ou formalização de um pedido, este é o momento de mudar essa imagem que possui do e-mail. Há muito tempo, o e-mail deixou de ser algo informal no meio corporativo e passou a ser algo que comprova fatos, ou seja, pedidos, reclamações, elogios, entre outros.

Tente praticar essas dicas durante a produção e organização dos seus e-mails. Com certeza você terá um bom retorno. Sua imagem ou da sua empresa estará mais clara para o cliente e, principalmente, a informação que você deseja transmitir será facilmente entendida.

Publicado em: 21/11/2007 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 4

A importância da interação com o cliente

Muitos dos problemas que acontecem durante o desenvolvimento de um projeto é a falha na comunicação. Nem é necessário que o cliente seja de outra cidade para que isso aconteça, são muitos os casos que por causa de uma falta de comunicação, ou devido a informações não repassadas corretamente, o projeto acaba se tornando prejuízo para a empresa que desenvolve e frustrando o cliente.

A solução não é algo tão simples. É preciso o envolvimento de toda a equipe, consultor comercial, gerente de projetos, e os departamentos de conteúdo, criação e tecnologia devem estar alinhados e engajados com os propósitos que o cliente deseja alcançar.

Em um primeiro momento, uma reunião para falar do projeto que será desenvolvido é o principal. Esclarecer sobre o negócio do cliente, a forma como o cliente imagina o site e ter a estrutura toda definida é o correto.

Durante o desenvolvimento do projeto, o webdesigner e o webwriter deverá manter um bom relacionamento com o cliente, pois aquele mostrará o layout para o cliente, e esse enviará os textos para aprovação, enquanto isso, o programador, inicia suas atividades na ferramenta que gerenciará o site ou já na programação de páginas do site.

A segunda ação é deixar todas as conversas com o cliente registradas no e-mail. Caso o cliente peça qualquer alteração, informe que ele tem que enviar por e-mail, é uma forma de ficar registrado tudo o que ele pediu, e principalmente, tudo o que já foi aprovado no projeto.

Outra ação importante, enviar sempre um e-mail com cópia para o consultor comercial e o gerente de projetos, pois são eles que poderão definir se as alterações poderão ser realizadas e estarão cientes caso aconteça algum problema.

E por último, caso o cliente seja daqueles super interessados pelo projeto, envie semanalmente um e-mail informando todas as atividades realizadas, como se fosse uma newsletter das atividades desenvolvidas no projeto daquela semana, pois é uma maneira do cliente ficar informado e da empresa mostrar que aquele projeto é importante e que está sendo desenvolvido.

A comunicação com o cliente é uma das partes mais significantes de todo o projeto. Quantas vezes você já recebeu um e-mail do cliente pedindo informações sobre o projeto, o status do desenvolvimento ou entender por qual motivo ele não tem resposta do andamento do site? Portanto, para garantir que seu cliente continuará sendo seu cliente após a entrega do projeto, faça nesse momento o que é diferencial nas empresas atualmente, mantenha-o sempre ciente do andamento do projeto, dos problemas encontrados durante o desenvolvimento e qual a solução que a empresa ou o profissional está buscando para resolver . Essa é uma ótima maneira de fazer com o que o seu cliente entenda todos os processos do desenvolvimento do site e esteja atualizado sobre o status do projeto.

Quanto mais cuidado e atenção você tratar o seu cliente, mais vínculos você estará criando com ele, e a conseqüência é a fidelização da empresa de desenvolvimento web com o seu cliente.

Publicado em: 28/09/2007 | Tags: Comunicação, Processos, Webwriting | Comentários: Ainda Sem

Cinco passos para fazer uma boa entrevista com o cliente

Um novo projeto, um novo cliente, e todo o processo de interação com o cliente se inicia. O primeiro passo é estudar o projeto, entender a estrutura montada pelo arquiteto de informação, como os conteúdos ficarão dispostos no menu, ou seja, como as informações serão transmitidas para o usuário do site e tirar dúvidas com o consultor comercial sobre as particularidades do projeto. Se for possível, é interessante que haja uma reunião entre toda a equipe, para que possa ser esclarecida qualquer dúvida sobre o novo projeto.

Feito isso, o segundo passo é estudar o negócio do cliente. Isso é importantíssimo, pois entender qual é o negócio do seu novo cliente pode causar boa impressão no momento da entrevista de conteúdo e ainda, é uma antecipação de problemas, porque não permite que aconteça falhas de comunicação durante a conversa sobre os produtos e serviços da empresa.

Terceiro passo, a entrevista. No dia da entrevista, prepare-se, você deverá estar bem vestido, de bom humor e com um sorriso no rosto, pois é sempre bom. Lembre-se, o primeiro contato define muito como será sua relação com o cliente durante todo o processo de desenvolvimento do projeto, portanto, demonstre profissionalismo neste momento.

Antes de ir até o cliente, escreva todas as dúvidas que você tenha sobre a empresa, tenha sempre papel e caneta, mas caso seja possível, leve um gravador, há muitos clientes que falam rápido e anotar todas as informações é quase impossível. Uma dica, a liberdade de poder falar sobre outros temas, fora dos assuntos da entrevista, será o cliente que dará. Caso isso aconteça você pode descontrair, caso não, mantenha sua característica de profissional engajado no negócio do cliente.

No quarto passo que acontece durante a entrevista, mantenha-se atento às falas do cliente, caso não entenda algo que ele tenha dito, pergunte novamente, anote os pontos mais importantes da reunião, questione sobre sites onde poderá encontrar conteúdos relacionados, recolha a maior quantidade de material que ele poderá disponibilizar, conteúdo publicitário, textos institucionais sobre a empresa e fotos. Converse também sobre a estrutura do projeto, pois você pode detectar alguma falha no que o cliente deseja com a proposta que está sendo oferecida.

Caso você ainda não tenha, anote o telefone direto da sala e o e-mail do responsável por lhe fornecer o conteúdo e que aprovará todo o material produzido, esse será o quinto passo. Certifique-se que apenas ele terá voz ativa, pois isso evita demora na aprovação do material produzido e facilitará a comunicação entre o webwriter e a empresa.

Publicado em: 25/09/2007 | Tags: AI, Processos, Webwriting | Comentários: 3

Erro de português na Globo.com

Há alguns dias li a matéria Erros de português destroem a credibilidade de um site no Fator W, blog do Walmar Andrade. Depois que li o conteúdo que foi escrito em dezembro de 2005, me assustei em constatar que esse problema ainda existe e é muito comum.

Após a leitura do artigo fiquei com vontade de falar sobre o assunto, mas ainda não tive tempo de parar para escrever, só que hoje eu fiquei com vontade de fazer uma preliminar, até mesmo porque fiquei surpresa ao me deparar com o destaque de um grande portal de comunicação.

Logo que cheguei ao trabalho, acessei o site da Globo.com para ler as últimas notícias e me deparei com um erro de português, que acredito ter causado muita confusão para os leitores. Em uma matéria de destaque sobre avaliação da educação no país havia a seguinte chamada: “Notas do ensino médio seram avaliadas já em 2009“. Não acredita? Então veja o print da tela do site da Globo.com abaixo e logo em seguida, o destaque com a chamada errada.

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Tela inicial do site Globo.com

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Destaque com erro de ortografia

É uma verdade, os usuários não prestam atenção no que escrevem, até mesmo na hora de publicar uma matéria ou um artigo. Já até escrevi um artigo sobre isso no [Outrolado] chamado Você pode editar seu texto mesmo depois de publicado. Foi uma forma de chamar atenção dos usuários para ter cuidado no momento de publicar um artigo, ou seja, revisar o artigo antes de publicá-lo. Mas se após a publicação do artigo houver a identificação de erros, os usuários do site devem fazer a correção assim que o detectarem.

Sobre o erro da chamada do portal de notícias, ele logo foi consertado. Após 10 minutos que li a matéria, os editores do site já haviam corrigido. E isso é um exemplo de como os erros acontecem, mas devem ser corrigidos assim que identificados e/ou evitados se revisados. Portanto, muita atenção ao escrever e principalmente ao publicar o seu artigo na web.

Publicado em: 21/09/2007 | Tags: Comunicação, Webwriting | Comentários: 9

Conheça as vantagens de ter um Gerenciador de Conteúdo no seu site

Já houve época em que sites eram lançados sem a preocupação de serem atualizados constantemente. Mas todos sabemos que para manter e fidelizar seus prospects é preciso oferecer informações corretas, objetivas e sempre atuais. Para quem não conhece, ter um gerenciador de conteúdo é a melhor maneira de fazer isso, mantendo atualização de sites e hotsites.

A facilidade está em cadastrar textos, imagens, links, vídeos, entre outros, em um software que possui um estilo para cada material que você cadastra, ou seja, ao cadastrar uma imagem no gerenciador, ela aparece no site já com um estilo apropriado, conforme o layout criado pelo webdesigner, muito diferente do que se você tivesse que fazer o cadastro diretamente no código do site, pois teria que criar um estilo, colocar link, verificar várias e várias vezes se no HTML, a imagem ficou como você havia planejado.

Diversas empresas possuem gerenciador de conteúdo. Na Webroom, por exemplo, temos o UiNet, software que tem módulos ajustáveis para o perfil de cada cliente. Há módulos personalizados, que são criados conforme a estrutura do site e as necessidades de cadastro de informações do cliente, e também desenvolvemos “módulos padrões”, ou seja, módulos pré-preparados, estruturados pela equipe Webroom, através de um estudo dos módulos que os clientes têm mais necessidade. Nesse último caso, o site ou o hotsite é desenvolvido com mais rapidez e a qualidade do sistema é garantida, pois há intensos testes de qualidade.

Caso seja interessante, os módulos padrões podem sofrer pequenas alterações para atender a estrutura de um projeto. Mas se for um número grande de edições, claro que para o custo/benefício do projeto, será melhor criar um módulo personalizado.

Logo que o consultor comercial fecha o contrato com o cliente, o analista estuda a estrutura do site e do UiNet, se haverá adaptações dos módulos padrões ou se serão criados módulos personalizados. Essa etapa pode ser realizada também durante o estudo do negócio do cliente, já que é um algo a mais que podemos oferecer ao atender o cliente.

Todo esse processo é necessário para que a ferramenta de atualização do site permita facilidade e agilidade para o usuário comum. Para conhecer mais sobre o UiNet, tirar dúvidas ou fazer orçamento do gerenciador para o seu site, envie um e-mail para comercial@webroom.com.br.

Publicado em: 18/09/2007 | Tags: Webwriting | Comentários: 2

O trabalho do webwriter é bem mais do que criar texto

O conteúdo produzido para a internet não é só texto, como muitas pessoas devem imaginar. Quando um webwriter diz que produz conteúdo para a web, significa que ele cria textos diversos para websites e hotsites, ou seja, escreve sobre a história da empresa, seus serviços, produtos, cita os parceiros, descrevendo os serviços fornecidos, os diferenciais de trabalhar com àquele cliente e busca as respectivas imagens para os canais.

O resultado de todo esse processo é a criação de uma forma de comunicação entre o site e o usuário, pois trabalhará com a interação que há entre a informação que a página deve transmitir e a informação que o leitor procura.

E para isso o site deve seguir uma estrutura que atenda as informações que uma determinada empresa deseja transmitir ao seu público. Às vezes esse trabalho não é notado, mas o momento de deixar o site com fácil navegação é logo no início do projeto, no momento da aprovação da estrutura, algumas vezes criada pelo consultor comercial ou pelo arquiteto de informação.

A segunda tarefa é do webdesigner, que cria o layout do site seguindo a arquitetura de informação, ou seja, produz a identidade visual, os locais onde os usuários poderão encontrar os conteúdos, os atalhos que poderão existir para os canais mais importantes e criará as páginas html, que dará início a navegação do site.

Após a aprovação do layout e a programação do site, o papel do webwriter é estudar a melhor maneira do usuário entender onde estarão às informações, revisar todos os ícones, escrever as chamadas adequadas para os canais correspondentes, escrever as mensagens de alerta conforme os formulários pedem, e algo muito relevante, escrever ou inserir os textos apropriados para cada página.

Uma reclamação dos usuários é não encontrar os conteúdos nos sites, ou seja, existe a página, por exemplo, sobre produtos, mas ela não os especifica, não informa particularidades, tamanhos, cores, entre outros e isso “agride” ao usuário, pois ele não conseguiu encontrar as informações que desejava.

Portanto, preste bastante atenção nos conteúdos que você desenvolverá e em quais páginas você os colocará, talvez seja necessário mudar o nome dos canais para que o usuário compreenda a informação que se deseja transmitir, ou criar um novo item de menu, para que o usuário compreenda o conteúdo e encontre mais facilmente a informação que procura. Isso significa que produzir conteúdo é além de tudo, ajudar o usuário a encontrar mais facilmente as informações que você criou.

 

Publicado em: 04/09/2007 | Tags: AI, Processos, Usabilidade, Webwriting | Comentários: 2